P. Ferreira-Naval, 0-0 (destaques)

Salín, uma barreira que nem Caetano ultrapassou


Salin, uma espécie de líbero

O P. Ferreira coloca muitas bolas nas costas das defensivas adversárias e Salín mostrou que tinha a lição bem estudada, actuando como um autêntico líbero, cortando vários lances de perigo. Jogou mais com os pés do que com as mãos, até porque foi com a perna esquerda que negou o golo a Pizzi no lance mais perigoso dos «castores».




João Real, a ter debaixo de olho

 Pegou de estaca na equipa e, pela amostra, só se estranha o tempo que demorou. Jogo exemplar do central português, jogando como central mais solto, mas sempre atento às investidas de Rondon. Na temporada passada marcou na Mata Real e, agora, esteve a centímetros do golo já quando a Naval jogava com dez.



Marinho, o sacrificado

Estava a ser um dos melhores da Naval quando foi sacrificado por Mozer, na tentativa de reequilibrar a equipa após a expulsão de Carlitos. Começou em grande estilo, com um remate que tirou tinta à trave de Cássio e ainda aqueceu as mãos do guardião, num lance em que aproveitou o adiantamento de Nuno Santos.

 



Fonte: Mais Futebol


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