João Real de volta para o lugar de Previtali

O regresso do central João Real, após lesão, para o lugar do avançado Previtali, constitui a única alteração na lista de convocados da Naval com vista à decisiva partida deste domingo, na Figueira, diante do Nacional.

A Naval está forçosamente obrigada a vencer, esperando, ao mesmo tempo, por uma derrota do V. Setúbal, diante do F.C. Porto, para continuar a alimentar esperanças de se manter na Liga.
Daniel Cruz e Davide são os únicos lesionados de momento, tendo ainda ficado de fora Orestes, Hugo Machado e o terceiro guarda-redes, Diego Silva, por opção.

Lista de convocados:

Guarda-redes: Romain Salin e Bruno Jorge;

Defesas: Carlitos, Tiago Rosa, Gomis, João Real, Rogério Conceição e Camora;

Médios: Manuel Curto, Godinho, Godemèche, Giuliano, Alex Hauw e Edivaldo;

Avançados: Marinho, João Pedro, Fábio Júnior, Bruno Moraes e Michel Simplício.

Manuel Curto: «O nosso compromisso é pensar na vitória»

Em caso de vitória no próximo embate, frente ao Nacional, existe legitimidade para que os jogadores da equipa navalista continuem a acreditar que muita coisa pode mudar até final do campeonato.

 Este é o pensamento de Manuel Curto, médio de 24 anos, que salienta a boa campanha desde que Mozer chegou à Figueira da Foz. “A nossa filosofia tem tido sucesso.

Na 2.ª volta conseguimos fazer muitos pontos, por isso temos de continuar a utilizar os mesmos processos de jogo”, referiu.
Certo de que as contas da permanência são, neste momento, bastante difíceis, o médio recusa a ideia de que seja impossível inverter a situação.

Para reforçar a esperança na concretização do objetivo traçado para esta temporada, Curto refugia-se nas contas para a permanência. “Não podemos desistir.

Até que matematicamente seja possível, temos de abordar os jogos sempre a pensar na vitória. Este é o nosso compromisso”, revela o jogador formado no Benfica.
Fonte: Record

Vitória em dia de aniversário


Figueirenses comemoram domingo 118 anos e três pontos sobre o Nacional é a prenda desejada. 

Vencer o Nacional não decide a permanência mas permitirá aos figueirenses, em dia de aniversário do clube, continuarem a acalentar o sonho que se vai encurtando a cada jornada que passa.

A promessa de vitória, essa, ficou bem expressa pelo melhor marcador da equipa, Fábio Júnior.

«Ganhar… e ganhar são as palavras que melhor podem ilustrar a grande motivação e confiança do grupo», disse, destacando a importância do jogo com o Nacional.

«É uma partida fundamental, temos consciência disso, vamos fazer tudo para não nos deixarmos surpreender», atirou.

Fonte: A Bola

Dúvida entre Moraes e Júnior






                                               ou



Carlos Mozer ainda não sabe em quem apostar na frente de ataque diante do Nacional. Fábio Júnior ou Bruno Moraes?

É esta a principal dúvida de Carlos Mozer tendo em vista o encontro com o Nacional.

Se o primeiro iniciou a época como titular, Bruno Moraes vem conquistando um espaço e apareceu em bom nível nesta recta final do campeonato.

Lugar assegurado tem, para já, Michel Simplício, que no encontro da primeira volta apontou um golo à equipa madeirense.

«Repetir seria fantástico, mas mais importante é ganhar.

A vitória é o único resultado que nos interessa», destacou o brasileiro, que pouco depois apontou os factores que poderão ser decisivos.

«Temos de assumir o jogo, jogar com máximo de concentração no ataque e aproveitar qualquer deslize», atirou.

Fonte: A Bola

Sinal verde para João Real


Central foi reintegrado após lesão. Daniel Cruz é baixa confirmada para o Nacional.

João Real está recuperado de lesão e será aposta do treinador Carlos Mozer no eixo defensivo figueirense, tendo em vista o jogo com o Nacional.

Em sentido contrário está Daniel Cruz. O lateral brasileiro que foi ontem reavaliado, devido a entorse num joelho, e continua a evoluir apenas nos exercícios sem bola.

A Naval volta a treinar-se esta tarde, às 16 horas,no Centro de Estágio em Quiaios.
Fonte: A Bola

Naval 1º de Maio 0 FCPorto 3 - Juniores

O FC Porto viajava até à Figueira da Foz com a consciência de que dependia de si próprio para assegurar a conquista do título nacional, que se encontrava à distância de um resultado positivo frente à Naval, tendo assim procurado um triunfo que permitisse a confirmação dessa conquista, o que conseguiu com golos a partir dos 22 minutos.
Nessa altura abria-se o marcador por Filipe Barros, conhecido por Pipo, que chegou ao 'bis' aos 45 minutos, através da conversão de uma grande penalidade, completando-se o triunfo portista aos 54 minutos, num tento de David Bruno que confirmou o 3-0 final que antecedeu a celebração do campeonato.
FICHA DE JOGO:
Campeonato Nacional de Juniores - Fase Final - 12ª Jornada
Associação Desportiva Naval 1º de Maio 0-3 Futebol Clube do Porto   

Data: 27 de Abril de 2011
Hora: 16 h
Local: Estádio José Bento Pessoa - Figueira da Foz.
Árbitro: Rui Patrício - Aveiro.
ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA NAVAL 1º DE MAIO: João Gomes; Bruno Cardoso (João Diogo, 84 min.); Bernardo Marques; Abdoulaye Diallo; Tiago Xavier; Amarildo Vieira 'Tuga' (Rafa, 73 min.) Castro; Moita; Ricardo, Rúben (Cristiano, 62 min.) e Grou
Treinador: Miguel Carvalho
FUTEBOL CLUBE DO PORTO: Maia; David Bruno; Hugo Sousa; Tiago Ferreira; Romário dos Santos; Paulo Jorge; Bacar Baldé (Amorim, 58 min.), Eduardo Silva 'Edu'; Fábio Nunes (Flávio Moreno, 66 min.), Christian Atsu; Filipe Barros 'Pipo' (Rafael, 66 min.)
Treinador: Rui Gomes
Indisciplina: Bernardo Marques (49 min.) Amarildo Vieira 'Tuga' (68 min.) Bruno Cardoso (69 min.); Hugo Sousa (41 min.); Romário dos Santos (70 min.) e David Bruno (75 min.)
Resultado ao Intervalo: 0-2
Resultado Final: 0-3
Marcadores: Filipe Barros 'Pipo' (22 e 45 gp, mins.) e David Bruno (54 min.)

Futebol Nacional - Aprígio Santos e a prenda desejada para o 118.º aniversário da Naval - RTP Desporto, Áudio

Futebol Nacional - Aprígio Santos e a prenda desejada para o 118.º aniversário da Naval - RTP Desporto, Áudio

Jogo com Nacional com entradas gratuitas

Portas abertas para a recepção ao Nacional. A Naval mantém viva a esperança da manutenção na Liga e os dirigentes figueirenses decidiram, desta forma, ter o público do seu lado na partida com a equipa madeirense marcada para o próximo domingo. 

Sem margem para errar, o encontro com o Nacional está a ser encarado como decisivo nessas contas.

As entradas gratuitas, de resto, estão também inseridas nas comemorações do 118.º aniversário marcado para a noite de 30 de Abril para 1 de Maio, altura em que será realizada uma sessão solene na qual serão entregues os emblemas de diamante, ouro e «prata» aos associados com 75, 50 e 25 anos de filiação, respectivamente.

Fonte: A Bola


118º Aniversário - Ceia Navalista


A Associação Naval 1º de Maio, foi fundada em 1 de Maio de 1893, sucedendo à extinta Associação Naval Figueirense.
Sendo um Associação de raiz iminentemente operária o nome escolhido para a agremiação não poderia ter sido mais apropriado, assim como o dia escolhido para a sua implementação - o dia do Trabalhador de 1893.
Assim sendo, a Direcção da Associação Naval 1º de Maio convida todos os sócios e amigos para a comemoração do 118º aniversário. O evento terá lugar celebrando a já tradicional Ceia Navalista no próximo dia 30 de Abril de 2011 pelas 20:00h, no Restaurante "Oladodelá", sendo o preço de 10€ por pessoa.
A ementa é constituída por Caldo Verde, Bacalhau com todos, Leitão à Bairrada, Bebidas, sobremesa, café e digestivo.
Está igualmnete prevista a realização de uma Sessão Solene onde se procederá à entrega dos emblemas de mérito aos sócios com 25 e 50 anos de antiguidade.
As inscrições podem ser feitas na Secretaria do clube, no Estádio Municipal José Bento Pessoa, até dia 28 de Abril de 2011, das 09:00h às 18:30h.

Regresso aos trabalhos adiado para as 16 horas

O treino agendado para esta manhã no Estádio José Bento Pessoa foi adiado para as 16 horas por indicação do treinador Carlos Mozer.

Assim terá início esta tarde o arranque da preparação para o encontro com o Nacional, considerado de decisiva importância para a manutenção dos figueirenses na Liga.

Fonte: A  Bola

Vencer ou vencer para continuar a viver

Marinho é a voz da confiança de um grupo que quer manter-se na Liga.

É vencer ou vencer. Não há outra hipótese para a Naval diante do Nacional, independentemente das conjugações de resultados que possam ser feitas. Apesar das dificuldades o grupo navalista continua convicto de que vai conseguir levar a nau a bom porto. Porta-voz dessa vontade é o avançado Marinho.

«É uma situação muito complicada, estamos dependentes de terceiros, porém, até matematicamente deixar de ser possível não baixaremos os braços», avisa o jogador, deixando a receita para levar de vencida os madeirenses:
- Vai ser um jogo muito complicado. Trata-se de uma equipa que tem feito um bom campeonato e que ainda não desistiu da Europa. Concentração e motivação é a melhor receita para podermos chegar à vitória. Estamos a praticar bom futebol e queremos ficar na Liga. Nenhum jogador quer ver no seu currículo uma descida de divisão.
 
Fonte: A Bola 

Rogério: «Muita coisa ainda pode mudar na Liga»

AVISA RIVAIS NA CAUDA DA TABELA



“O futebol é uma caixa de surpresas.” Esta é a forma encontrada pelo central Rogério Conceição para continuar a acreditar que é possível conseguir a permanência, apesar da situação muito complicada que se vive na formação da Figueira da Foz.
Ainda com o pensamento no recente desaire em Vila do Conde, por 1-0, resultado que colocou a turma figueirense a 5 pontos do grande objetivo da temporada, o brasileiro, de 26 anos, defende que “os clubes que pensam estar a salvo da descida de divisão podem estar enganados, uma vez que muita coisa ainda pode mudar na Liga”. Um aviso para os mais diretos adversários – V. Setúbal, Olhanense, Académica e U. Leiria –, até porque, segundo afirma, a Naval “está numa boa fase e vai melhorar até final”.

Fonte: Record

A luta pela manutenção

A matemática diz que seis equipas podem descer de divisão - Marítimo e Beira-Mar, pelos desempates positivos, estão salvos - mas é inequívoco que, restando nove pontos para disputar, são Portimonense e Naval que têm a Liga Orangina mais próxima.
O Portimonense precisa de um milagre: no mínimo dois triunfos em dois jogos, esperando que a Naval faça pior e o Setúbal nem pontue. Quanto aos figueirenses, duas vitórias chegariam se os sadinos não conseguissem melhor que um empate. Caso contrário, será necessário o pleno.
Leiria e Académica estão a três pontos da salvação. Olhanense a quatro. A Briosa é quem, a par da Naval, tem o melhor calendário. E imagine-se que os figueirenses fazem os nove pontos em disputa. O Leiria, que é o que está melhor classificado, ficaria num plano muito difícil... 

Fonte: O Jogo

Recuperar Real para último «sprint»

A Naval regressa hoje ao trabalho, tendo em vista a preparação da recta final de campeonato. Seguem-se os jogos com Nacional (casa), Leiria (fora) e Guimarães (casa), nove pontos em disputa com o treinador Mozer a querer anular uma desvantagem de cinco pontos que os separa da salvação.

A recuperação de Real é a prioridade dos figueirenses já que sido uma das apostas constantes no eixo da defesa.

Fonte: A Bola

Carlos Mozer voltou a não falar e delegou a responsabilidade no adjunto Fernando Mira

Fernando Mira (treinador adjunto da Naval):


«Foi um jogo entre duas equipas idênticas, o Rio Ave foi mais feliz, fez um golo e está de parabéns. A Naval tudo fez para mudar o rumo dos acontecimentos mas vamos continuar a nossa caminhada para alcançar os nossos objectivos. Se conseguíssemos os três pontos encurtávamos a distância para o Setúbal. Vamos continuar a trabalhar para alcançar a permanência.» 


Carlitos (Naval): «Ainda vamos chegar à manutenção»

Carlitos, defesa da Naval, em declarações após a derrota em Vila do Conde:


«Vínhamos à procura dos três pontos e apresentámos um futebol agradável. Tivemos muitas ocasiões. Acreditamos no nosso trabalho e ainda vamos chegar à manutenção. Esta derrota serve para tirar algumas ilações. Vamos encarar com optimismo os próximos três jogos. Não conseguimos dar um passo em frente. Foi pena, mas vamos em busca dos nove pontos que estão em disputa.»

Rio Ave-Naval, 1-0 (destaques)

Marinho, pilhas inesgotáveis

Turbilhão de futebol misturado num cocktail multivitamínico de arranques, dribles e cruzamentos. Fonte inesgotável de problemas para a defesa do Rio Ave. Carlos Mozer dá-lhe corda antes do começo e Marinho corre, corre, corre sem parar. Extremo de recursos interessantíssimos, pincelados com uma coragem comovente. Jogador vertical, sempre à procura da baliza ou da assistência para o ponta-de-lança. Bela partida, à semelhança do que já fizera contra o Benfica. 








Godemèche, francês altruísta

Jogador de recepção e passe. Simples e eficaz. Sobretudo eficaz. E também senhor de uma alma altruísta. Capaz de galgar metros sem fim à procura de uma recuperação de bola, para entregá-la de imediato a um colega. Superior a Manuel Curto nesta tarde, essencialmente pela larga amplitude conferida ao seu jogo. Importante na organização da equipa e na consistência defensiva.








Fonte: Mais Futebol

Rio Ave-Naval, 1-0 (crónica)



Três pontos não chegam para duas equipas encantadoras




É duro e ingrato procurar explicações para a derrota da Naval. Carlos Mozer fez tudo o lhe que era exigível. Manteve os homens que abateram o Benfica com autoridade, apostou num estilo vocacionado para enamorar os que o vêem e mexeu na equipa de forma audaz. 



Bola à flor da relva, triangulações, cruzamentos, procura incessante pelo golo e algumas oportunidades claras para o fazer. Perto do fim, por exemplo, Paulo Santos roubou com um atrevimento de um adolescente convencido o golo ao inefável Fábio Junior. 



O jogo é mesmo assim. Desprovido de lógica, viciado na surpresa, testemunha das mais loucas diatribes. Que fique bem claro, porém, que o elogio à Naval não implica a crítica negativa ao Rio Ave. Nem pensar. 



Talvez sem o alarde estilístico da Naval, os homens de Carlos Brito cumpriram mais uma tarde de futebol convincente. São já sete vitórias nos últimos nove jogos e um posicionamento com vista privilegiada sobre o panorama europeu. 



Além do golo de Milhazes, o Rio Ave teve uma bola de João Tomás ao poste e um pontapé de Wires interceptado por Rogério Conceição em cima da linha de baliza. E teve, acima de tudo, um futebolista em 90 minutos de esplendor. 



Yazalde foi um minotauro, com tanto de homem como de touro. Um avançado mitológico na esquerda vilacondense. Só lhe faltou marcar, de facto. 



Soma, então, o Rio Ave mais três pontos. A Naval perde e complica as contas da permanência. O que apetecia mesmo era ver mais 90 minutos nos Arcos. Aqueles cinco minutos de descontos foram manifestamente poucos para tanta vontade e ardor. 


Fonte: Mais Futebol

João Real é baixa de última hora para o Rio Ave

Fábio Júnior regressa aos eleitos após lesão


A ausência de João Real, numa baixa de última hora, e o regresso de Fábio Júnior, após lesão, constituem as principais notas de destaque da convocatória da Naval para o decisivo jogo deste domingo, em Vila do Conde, frente ao Rio Ave.

O central, de acordo com o clube, sofreu um traumatismo e foi excluído da convocatória - seria seguramente titular - , sendo rendido por Alex Hauw, ausente da última partida, com o Benfica, por opção. Já o avançado brasileiro entra para o lugar do médio Hugo Machado.

Diego Silva e Orestes voltam a ficar de fora, ambos por opção, tal como Davide e Daniel Cruz. O primeiro continua a recuperar de uma intervenção cirúrgica que o manterá afastado dos relvados até final da época, enquanto o segundo procura debelar uma entorse. 

Lista de convocados: 

Guarda-redes: Romain Salin e Bruno Jorge; 
Defesas: Carlitos, Tiago Rosa, Gomis, Rogério Conceição e Camora;
Médios: Manuel Curto, Godinho, Godemèche, Giuliano, Alex Hauw e Edivaldo; 
Avançados: Marinho, João Pedro, Previtali, Bruno Moraes e Michel Simplício.


Carlitos confia na permanência

Depois da vitória(2-1)ante o Benfica, o capitão da Naval, Carlitos, acredita que a equipa da Figueira da Foz vai conseguir a permanência no escalão máximo do futebol nacional.

«Já não é a primeira vez que passámos por uma situação como esta. Querer e ambição nunca faltaram, acredito que desta vez não será diferente e conquistaremos os nossos objectivos», garantiu acrescentando que o confronto frente ao Rio Ave, a contar para 27ª jornada do campeonato, é para vencer.

«Será extremamente difícil. O Rio Ave, para além de excelente equipa, está fortemente motivado pela boa carreira que tem vindo a fazer, mas temos consciência do que queremos e é por essa vontade que vamos lutar», explicou.

A equipa treinada por Mozer ocupa o penúltimo lugar no campeonato com 23 pontos. 

Fonte: A Bola

Fábio Júnior trabalha sem limitações

O dia de ontem trouxe duas boas notícias para Carlos Mozer, nomeadamente a recuperação de Fábio Júnior, que integrou o trabalho sem condicionalismos, e Daniel Cruz, que apresenta evolução no tratamento à entorse num joelho, lesão que o afastou nas duas últimas semanas.

Num outro plano, o avançado Edivaldo Bolívia continua a sonhar em representar a selecção da Bolívia. 

 Fonte: A Bola

Viagem a Vila do Conde

Fonte:. Coletivo Maravilhas

Naval: Brasov também quer levar Camora

Romenos na pista do esquerdino depois de Leandro Tatu (Beira Mar) 

 O Brasov pretende investir em força no mercado português e, depois da proposta apresentada a Leandro Tatu, do Beira Mar, pelo próprio presidente do clube, Joseph Kovacs, os romenos não perderam tempo e avançaram para Camora, da Naval, outro jogador em final de contrato.

«Houve uma abordagem, da parte de uma pessoa ligada ao Brasov, que pretende o jogador e estamos a conversar. É um atleta que está livre e é com ele que têm de chegar a acordo», explicou ao Maisfutebol Pedro Faustino, da Sportis, empresa responsável pelo agenciamento do esquerdino.

Recorde-se que há 13 jogadores em final de contrato com a Naval e, segundo foi possível apurar, Camora não foi o único a ser contactado pelo Brasov, emblema treinado por António Conceição e no qual pontificam jogadores bem conhecidos do futebol português como Filipe Teixeira, Nuno Viveiros ou Diego Gaúcho.

No âmbito da preparação da equipa, destaque para o regresso de Fábio Júnior aos treinos, embora seja quase certo que Mozer irá manter Bruno Moraes como principal referência atacante da equipa em Vila do Conde, no próximo domingo. Davide e Daniel Cruz são, por ora, os únicos lesionados.

Fonte: Mais Futebol 

Manuel Curto é uma das revelações da temporada

Titular indiscutível desde a chegada de Carlos Mozer à Naval, o antigo ponta-de-lança das selecções jovens, brilha a médio centro, ao ponto de começar a despertar a cobiça de diversos clubes, em Portugal e no estrangeiro. O jogador foi ouvido por Bola Branca.
Manuel Curto tem contrato por mais dois anos com a Naval, mas está a par do assédio de outros clubes.
O sonho de Manuel Curto é voltar a jogar num grande, de preferência no Benfica, onde se formou como futebolista. 

Nesta entrevista a Bola Branca, Manuel Curto reconhece a influência de Carlos Mozer no seu crescimento como futebolista.
A Naval tem progredido, mas ainda não abandonou a zona de descida. Manuel Curto não desespera e ainda acredita na manutenção.

Fonte: Bola Branca @ Radio Renascença

Fábio Júnior pode regressar

Figueirenses iniciaram preparação para encontro com o Rio Ave.

Daniel Cruz e Fábio Júnior continuam em tratamento e não se treinaram esta terça-feira.

Os jogadores serão reavaliados hoje e pode surgir luz ao fundo do túnel para o regresso do avançado.

A Naval teve a visita da estação televisiva francesa, TF1, que acompanhou o treino e conversou com Salin, Godemèche, Gómis, Previtali e Alex Hauw. 

Fonte: A Bola

Bolívia chama por... Bolívia

O seleccionador da Bolívia, Gustavo Quinteros, poderá em breve convocar o jogador da Naval. Edivaldo, nascido no Brasil mas com mãe boliviana, já está a conferir a documentação para tratar da dupla-nacionalidade.
«Defender a Bolívia seria algo importante para mim, porque é o país da minha mãe e é onde vivem alguns dos meus irmãos. Espero que a documentação seja aceite», admitiu Edivaldo à imprensa boliviana.
O jogador nasceu no Brasil e curiosamente sempre jogou sob a alcunha de Bolívia, nome que utiliza na camisola da Naval. A alcunha, explicou, surgiu quando jogava nos escalões de formação do Atlético Paranaense e teve origem no facto de ser proveniente de uma zona fronteiriça com aquele país (Cuiabá, capital do estado de Mato Grosso).
Nos próximos tempos poderá então aparecer na Figueira da Foz a chamada do jogador à selecção, até porque o próprio seleccionador Gustavo Quinteros também já falou publicamente sobre Edivaldo: «Vi alguns vídeos através da Internet e fiquei com boa impressão.

Fonte: A Bola

Esperança na vitamina Mozer

Entrada do treinador devolveu confiança, vitórias e... pontos. A quatro jornadas do fim todos acreditam num final feliz. Segue-se a deslocação a Vila do Conde e margem de erro é nula.
Quem diria? Depois de um início de época muito complicado, com passagens fugazes de Víctor Zvunka e Rogério Gonçalves pelo comando e sucessivas derrotas comprometedoras, o destino, ainda no final do ano passado, parecia traçado: o regresso da Naval à Liga de Honra.
Ora, com Carlos Mozer tudo mudou. O brasileiro foi o último trunfo lançado pelo presidente Aprígio Santos. Uma aposta arriscada, é certo, dada a pouca experiência como treinador principal, mas que não demorou a provar-se ter sido a mais acertada.

Fonte: A Bola

Dois triunfos embalam moral

EM OLHÃO E COM BENFICA
 
As duas vitórias consecutivas – em Olhão (3-1) e com o Benfica (2-1) – aumentam a confiança da equipa de Mozer para a deslocação a Vila do Conde, apesar da certeza que as dificuldades impostas pelo Rio Ave serão muitas. Certo é que a equipa navalista acredita que os 4 pontos que a separam no V. Setúbal (primeiro clube fora da zona de despromoção) é cada vez mais uma distância recuperável.

A equipa começa a preparar hoje o jogo de domingo, depois da folga concedida ontem ao plantel. O treino está marcado para o Municipal Bento Pessoa (10 horas).

Fonte: Record


 


Mozer agastado com comentário

O treinador da Naval, Carlos Mozer, não compareceu na sala de imprensa após o jogo com o Benfica. Segundo explicação do director de comunicação do clube da Figueira da Foz, comentário do repórter da Sport TV presente no local levou à decisão.

«O jornalista da Sport TV fez um comentário que coloca em causa a capacidade e competência do treinador para liderar este projecto», justificou Nuno Cardoso.

O treinador, recorde-se, aparece na ficha de jogo como delegado, sendo a Fernando Mira atribuída o cargo. Mozer não gostou que o jornalista da Sport TV tivesse dito que o treinador não possuía «nível exigido pela Liga». 

Fonte: A Bola

Bruno Moraes destaca importância de Mozer

O avançado brasileiro voltou a marcar e a Naval segue na luta pela manutenção. Bruno Moraes aproveitou para realçar o papel do treinador da equipa da Figueira da Foz.

«O Mozer passa muita confiança para o grupo. É um treinador vitorioso, que teve carreira sólida como jogador. Como treinador passa muita energia positiva e muita vontade de ganhar. Isso fica bem mostrado dentro do campo, pois a Naval tem recuperado muitos pontos», disse o jogador.

No plano pessoal, o avançado fez o terceiro golo nos últimos dois jogos: «Estou muito feliz. Só posso agradecer a Deus, à família, aos amigos e à Naval, que me deu oportunidade de voltar a jogar em Portugal.» 

Fonte: A Bola

«Vamos lutar até à última jornada» - Fernando Mira

O adjunto Fernando Mira diz que a equipa cumpriu sobremaneira o objectivo para o jogo com o Benfica. A vitória permite continuar a lutar pela manutenção, que, acredita, se estenderá até à última jornada.

«Continuamos na luta pela manutenção, que era o objectivo para este jogo. Esta vitória assenta no trabalho que fizemos ao longo da semana, tanto ao nível defensivo como ofensivo, e vamos lutar até à última jornada», disse Fernando Mira, na habitual flash interview no final do jogo. 

Fonte: A Bola

Hugo Machado: «Tudo nos correu bem esta noite»

Hugo Machado, médio da Naval 1º de Maio, comentou desta forma a vitória da sua equipa na recepção ao Benfica. O jogador reconheceu que a vitória é importantíssima para as aspirações da equipa da Figueira da Foz. Seguem-se quatro finais:

«Estamos a atravessar a melhor fase na Liga. Sabíamos que o Vitória de Setúbal, nosso concorrente directo, tinha vencido esta tarde. Por isso, esta vitória frente ao Benfica foi ainda mais importante. Tudo nos correu bem esta noite. As contas da Naval, até final do campeonato, são difíceis mas vamos fazer tudo para ganhar as quatro finais que nos restam. Temos equipa para ficar na primeira divisão. Não vamos desistir.» 


Marinho e o onze do Benfica: «Se estão no plantel, têm valor»

Marinho, avançado da Naval 1º de Maio, marcou o segundo golo da sua equipa na recepção ao Benfica. O jogador reconheceu que a vitória é importantíssima para as aspirações da equipa da Figueira da Foz. Seguem-se quatro finais:

«São coincidências, ter marcado os dois golos sob o comando do Mozer. É também a confiança que o treinador me tem depositado. É uma vitória da equipa, sendo eu a marcar ou não. É importante sairmos com os três pontos, era difícil mas conseguimos. Estamos numa posição delicada, tínhamos consciência disso. Sabíamos que o nosso concorrente mais próximo tinha vencido o seu jogo. Entrámos cientes que seria muito difícil, mas felizmente conseguidos. Vão ser quatro finais, jogos extremamente complicados.

Sobre a equipa apresentada pelo Benfica: «Sempre disse que, se esses jogadores estão no plantel dos grandes, é porque têm valor. São jogadores que obviamente têm menos rotinas, mas não deixam de ter qualidade.»

O que pede aos adeptos da Naval nesta fase? «Acho que os adeptos da Naval, com vitórias, também gostam de vir ao futebol. Temos de fazer um mea culpa, admitirmos que não estávamos num bom momento. Talvez esta vitória consiga trazer de volta muitos adeptos ao estádio.» 

Naval-Benfica, 2-1 (destaques)

Marinho mostrou a Luís Filipe como se decide um jogo


Decisivo. Extremo com reputado andamento, deixou Carole à beira de um ataque de nervos. Forma um belo corredor direito com Carlitos e consegue manter a velocidade ao longo de noventa minutos de bom futebol. O lateral francês do Benfica, jovem com potencial, adaptou-se progressivamente ao complexo adversário, mas Marinho viria a mudar de flanco para decidir a partida. Insistência da esquerda para o centro, remate frontal e cruzado, fora do alcance de Júlio César. Três pontos que conservam a esperança da Naval 1º de Maio. Segundo golo da época. Marcara apenas em Guimarães, na estreia vitoriosa de Mozer (1-2). Ainda acertou na trave, em período de descontos!



 Salin
Providencial a evitar os golos de Weldon e sobretudo Luís Filipe, este já em tempo de descontos. Segurança a toda a prova ao longo do encontro, para além de um jogo de pés de qualidade. Bom guarda-redes.

 
 




Michel Simplício
Uma verdadeira seca no flanco esquerdo do ataque da Naval. Aproveitou a recorrente fragilidade de Luís Filipe para carrilar o jogo da sua equipa, utilizando uma velocidade por vezes estonteante. O lateral do Benfica, raramente utilizado por Jorge Jesus, perdeu grande parte dos duelos defensivos, procurando rectificar a imagem com interessantes descidas pelo seu corredor.


Fonte: Mais Futebol

Naval-Benfica, 2-1 (crónica)

Quebrou-se o enguiço em casa, e logo com o único grande cuja vitória nos fugia :)

Está em qualquer manual de sobrevivência fiável. A solidão e o aborrecimento apenas existem na ausência de um pensamento lógico. Desprendido da ambição do título, sem saber muito bem o que fazer do que resta na Liga, a equipa de Jesus é um emaranhado de reacções individuais descoordenadas. Uma decepção da cabeça aos pés.

Perdido o campeonato com o estrondo que se sabe, o Benfica dá ares de um turista numa cidade desconhecida. De mapa na mão e o olhar desorientado, a pedir informações a quem passa. A derrota justíssima na Figueira da Foz tem uma atenuante, naturalmente, mas leve. Foram 11 jogadores novos, pouco entrosados e, lá está, desinteressados e desorientados.

Ao Benfica, já se percebeu, faltou quase tudo. Um rumo certo a seguir, uma tarefa motivante a cumprir e, já agora, qualidade para que esses pressupostos inexistentes tivessem um fundo de realismo.

Excepção feita ao período entre o golo da Naval e o intervalo - pouco mais de 20 minutos - o campeão nacional 2009/10 foi um espectro perturbador da equipa que chegou a encantar entre Janeiro e Março.

A entrada do Benfica na partida foi um desastre. De ombros encolhidos, expressão de frete e as pernas pesadas, o conjunto encarnado entregou a responsabilidade do duelo à equipa da Naval e deu-se mal. Perante tamanha parcimónia, os homens de Carlos Mozer encarnaram a cartilha do técnico e foram uns valentes, uns durões com tiques refinados.

O primeiro golo lá surgiu aos 22 minutos, pela cabeça do renascido Bruno Moraes, que já há uns anos fizeram de desmancha-prazeres da águia num célebre F.C. Porto-Benfica. Só aí, insista-se, o Benfica teve um assomo de dignidade e pretendeu sacudir o entorpecimento causado por todas as razões supracitadas.

Já depois de Júlio César fazer uma defesa do outro mundo a pontapé de Godemèche, Carlos Martins atirou de cabeça ao poste e Alan Kardec fez o empate logo depois. O Benfica acabou com o tempo de descanso e só voltaria a acordar lá para o último quarto-de-hora.

Jorge Jesus não terá esta opinião. De qualquer forma, em nosso entender, o Benfica ainda terá muito a ganhar ou a perder no campeonato. Quanto mais não seja, uma rede de motivação para as outras competições. Derrotas como esta consentida na Figueira da Foz só podem ter uma consequência: abanar fortemente com o ambiente sadio e de confiança.

Então, como dar a volta a este contexto ingrato na Liga? Com imaginação. Coisa que o Benfica jamais teve na sétima derrota consentida. Mudar todas as peças e esperar um milagre não é solução. Aqueles que raramente foram opção, nunca o virão a ser nesta fase final. Raras vezes, muito raras, a história se desviou destas leis.

Resta referir que a Naval teve muito mérito na edificação de mais três pontos. Mozer tem dois bons médios (Manuel Curto e Godemèche), dois homens capazes de espalhar o pânico (Edivaldo e Simplício), uma defesa muito certinha e um agitador chamado Marinho. Foi ele o autor do golo decisivo aos 83 minutos.

Duas perguntas para fechar: como é que um profissional falha o golo que Luís Filipe falhou no último suspiro? E alguém explica a contratação de José Luís Fernandéz (uma vez mais não utilizado)?


Fonte: Mais Futebol