Daniel Cruz reentra no onze

Daniel Cruz: «Só a vitória interessa» - ANTEVISÃO DO JOGO COM OLHANENSE


Daniel Cruz, defesa da Naval, admitiu que, frente ao Olhanense, na 25.ª jornada da Liga, apenas a vitória pode manter o sonho da permanência.
"Não há muitas contas a fazer. A vitória frente ao Olhanense é o único resultado que nos pode manter no caminho da permanência", disse, na antevisão da partida de Olhão.
Ausente da titularidade desde a jornada 17, o brasileiro diz que "as opções pertencem ao treinador" e tem de as respeitar: "estar dentro ou fora de campo não me retira a ambição de querer ser fiel a este grupo e lutar por aquilo que acreditamos ser possível", vincou.
"O grupo está consciente das dificuldades, a nossa situação não é confortável mas enquanto houver hipóteses de chegarmos onde queremos, lutaremos com todas as força para lá chegar", expressou.
Daniel Cruz reitera que o grupo está tranquilo e "a torcer para o mesmo lado", sublinhando: "não podemos vacilar, esta partida é fundamental, acreditamos que podemos vencer, essa vitória daremos e faremos tudo o que estiver ao nosso alcance".
Olhanense, 11º classificado com 28 pontos, e Naval, 16º com 17, defrontam-se pelas 16:00 de domingo no Estádio José Arcanjo, em Olhão. 

Fonte: Record


Manutenção ainda é possível

Fábio Júnior reconhece situação difícil da equipa, mas acredita na obtenção da permanência

Fábio Júnior, avançado que na época passada foi o melhor marcador da equipa, acredita que apesar da situação difícil da equipa, os figueirenses vão conseguir inverter a situação. 
 
Fonte: A Bola

Viagem a Olhão




Alojamento nos Jardins da Rocha


Bruno Moraes reclama um lugar





Bruno Moraes pode estrear-se no onze da Naval na partida com o Olhanense.

O avançado brasileiro, reforço em Janeiro, esteve em destaque no treino de ontem, tendo apontado três golos numa partida entre os jogadores do plantel.

Face ao bom momento do brasileiro, Mozer pode dar-lhe, assim, uma oportunidade no jogo com os algarvios. 

Fonte: A Bola

Receita é... ganhar sem olhar a quem

Há duas jornadas, o capitão Carlitos estava castigado e a decisão de escolher o substituto partiu de dentro do grupo, tendo-se optado por Godemèche. Todavia, questionado sobre esse assunto na conferência de Imprensa que antecedeu a recepção ao Marítimo, o técnico Carlos Mozer não escondeu que via em João Real um jogador "com perfil e carácter" para usar a braçadeira. Ontem, o central que pegou de estaca na equipa figueirense teve de facto um discurso à capitão na hora de analisar a difícil posição da Naval. "Temos de vencer pelo menos quatro dos seis jogos que nos faltam", comentou Real, não escamoteando as contas difíceis que a equipa tem que fazer.
Mas é na hora de defender o grupo que o jogador revela o líder que há dentro de si: "Neste momento, a única coisa que tenho a certeza é de que este grupo tem valor mais que suficiente para se manter na Liga." Não deixa de lamentar, porém, a sucessão de detalhes que deixaram a Naval nesta situação. Certo é que, na Figueira da Foz, se olha mais que nunca para cada jogo como uma possibilidade de ganhar pontos "sem olhar muito para quem é o adversário".

Fonte: O Jogo

Contra números ou estatísticas

A situação da Naval não é boa, todos o reconhecem, porém, ninguém atira a toalha ao chão.

No horizonte está já a deslocação a Olhão, terreno pouco fértil a êxitos figueirenses mas onde a equipa quer pontuar, a avaliar pela palavras de João Real que estabelece como meta necessária «vencer pelo menos quatro dos seis jogos que faltam» disputar.

«Não temos tempo para pensar em números ou estatísticas. Estamos a trabalhar e a aperfeiçoar a estratégia que foi delineada e que julgamos ser a melhor para surpreender o nosso adversário. Temos consciência de que o campeonato avança para o seu final, mas continuamos a pensar de forma positiva e a acreditar que vamos conseguir inverter esta situação», expressou o defesa, rejeitando, por isso, balanços antecipados:

«Nada ainda está decidido. A única coisa que sei é que este grupo tem valor para se manter na Liga. Pelo trabalho que temos desenvolvido não merecíamos estar a passar por isto».

Fonte: A Bola 

Daniel Cruz de volta ao onze

Daniel Cruz perdeu a titularidade à 17.ª jornada, em Alvalade, com o Sporting, mas é praticamente certo o seu regresso ao onze, colmatando a vaga provocada pela indisponibilidade de Camora, que vai cumprir castigo.

Mozer prossegue hoje a preparação da deslocação a Olhão, jogo de capital importância para a equipa da Figueira da Foz, ainda a sonhar com a permanência. Bolívia é uma das vozes da esperança na manutenção.

«Ainda nada está decidido e enquanto for matematicamente possível vamos continuar a lutar», vincou o avançado.

Fonte: A Bola

Camora abre vaga na defesa

Equipa figueirense goza dois dias de folga; Carlos Mozer vai fazer alterações no onze

Dois dias para ganhar forças e atacar a recta final da Liga. É este o objectivo de Carlos Mozer, que ainda persegue a manutenção. Assim, com a pausa no campeonato, a equipa volta ao trabalho amanhã, centrando todas as atenções no encontro com o Olhanense. Para esse jogo no Algarve, já se sabe, o treinador vê-se obrigado a fazer alterações no onze. Uma delas prende-se com a ausência de Camora. 

Fonte: A Bola

Mozer não se rende

Carlos Mozer (Naval):

«O facto de a equipa, mesmo a perder por 2-0, ter mantido sempre grande atitude, construindo jogadas bem estruturadas, e mostrando grande controlo emocional, faz-nos acreditar que podemos conseguir a manutenção. Hoje conseguimos criar oportunidades de golo, mas não tivemos sorte na finalização. Falhámos nesse capítulo, mas penso que isso não é problemático. Pior seria se não tivéssemos ocasiões de golo. Vamos continuar a lutar e a sonhar, até à última jornada, porque merecemos permanecer na primeira liga.

[Sobre a sua expulsão] Não fui agressivo nas palavras. Fui falar com o fiscal de linha e disse-lhe que ele tinha de sustentar a decisão que tomou. O Tatu estava muito adiantado, o fiscal de linha levantou a bandeira, e isso fez a defesa da Naval parar. Depois, o árbitro mandou jogar, e o fiscal baixou a bandeira. O árbitro não gostou dos meus protestos e disse-me que eu estava a prejudicar o trabalho dele. E eu disse-lhe que, se calhar, ele também estava a prejudicar o meu trabalho e o dos meus jogadores.»

Manuel Curto (Naval): «Somos um grupo de vencedores»

Manuel Curto, médio da Naval, no final do empate, a duas bolas, deste domingo, na Figueira da Foz, diante do Beira Mar:

«Fomos a única equipa que tentou ganhar o jogo. Na segunda parte, por exemplo, não me lembro de qualquer remate à baliza do Salin. A única equipa que merecia ganhar fomos nós. Penso que os penalties foram bem assinalados, mas no golo do Beira Mar, não tenho opinião. Temos de continuar a acreditar. Somos um grupo de vencedores, não de perdedores, e vamos dar o máximo até final da Liga para nos mantermos.»


Naval-Beira Mar, 2-2 (destaques)

Rastilho de esperança foi Curto 

Manuel Curto

Herói inesperado da partida, embora com todo o mérito. Já antes de se ter dirigido, por duas vezes, para a marca dos 11 metros merecia destaque pela forma como lutou e tentou, sempre de meia-distância, chegar ao golo. Sem Fábio Júnior em campo, ele que falhara a primeira grande penalidade, avançou sem medo e, com direito, a bis, prolongou um pouco a esperança navalista.



João Real

Teve dois lances de golo, sempre em subidas à área, que só não deram melhor resultado porque Rui Rego foi enorme entre os postes no primeiro e porque a pontaria não foi a melhor no segundo. É curioso como, apesar de central, se destaca muitas vezes pela forma oportuna como sobe em lances de bola parada. 



Naval-Beira Mar, 2-2 (crónica)

O melhor estava guardado para o fim 

Final de jogo de loucos na Figueira com a Naval a recuperar de um resultado desfavorável de 0-2 para 2-2, com três grandes penalidades pelo meio, expulsão de Carlos Mozer, muita polémica e um sinal de que os navalistas vão lutar até ao fim.

O empate, que só começou a ser desenhado a dez minutos do fim, marcou o regresso aos golos ao fim de quatro jogos, mas pode ter sido insuficiente. O V. Setúbal ganhou, a linha-de-água passou a estar a sete pontos, e o Portimonense também fugiu.

A Naval começou muito mal, com destaque para a grande penalidade falhada por Fábio Júnior, numa altura em que o empate estava em causa depois de um golo contra a corrente dos auri-negros.

Mas junte-se-lhes um segundo golo dos visitantes sob enorme polémica, a expulsão de Mozer ainda antes do intervalo devido aos protestos, e algumas boas defesas de Rui Rego e teremos o filme do jogo. Até que Jorge Sousa reentrou em cena e, com mais dois «penalties», também eles duvidosos, devolveu a esperança aos da casa.

Os figueirenses podem queixar-se da sorte, ou melhor, da falta dela, mas também se foram pondo a jeito. A ineficácia ofensiva paga-se, não raras vezes, da forma mais cruel, sobretudo se a equipa já estiver a jogar sob grande pressão, como é o caso.

Quanto ao Beira Mar caminha para um final de época pleno de tranquilidade, mas também acaba castigo por se ter praticamente limitado a aproveitar erros alheios.

Era preciso paciência, se a tivessem...

A Naval mostrou não ter a paciência suficiente para desmontar um Beira Mar muito fechado, a defender em 4-5-1. Quem está em último dificilmente conhece essa virtude.

Foi por isso que os comandados de Carlos Mozer acabaram por se fartar de bater no muro e acabaram por cometer o erro, lá atrás, que os aveirenses, no fundo, estavam à espera.

O golo de Tatu pode ter soado a injustiça, face ao pouco que os forasteiros haviam feito no ataque, mas a verdade é que, do outro lado, Rui Rego nunca foi verdadeiramente colocado à prova pese a maior intencionalidade dos donos da casa. E se Beira Mar já estava confortável na partida ainda mais ficou.

O que está mal pode sempre piorar

Os figueirenses tiveram uma oportunidade de ouro de repor o empate mas Fábio Júnior mostrou, na grande penalidade, a mesma displicência dos remates anteriores (e dos que haviam de seguir-se...). A partir daqui, a Naval perdeu o tino, lançando-se ao ataque sem nexo e apenas numa ocasião conseguiu um remate enquadrado, que valeu a Rego a defesa da tarde.

Acto contínuo, a equipa de Rui Bento chegou ao 0-2, num lance carregado de polémica, uma vez que Tatu, isolado sobre a direita, pára por julgar estar em fora-de-jogo, Jorge Sousa manda seguir perante a atónita defesa da casa, e Artur concluiu na baliza deserta.

Seguiu-se uma contestação tremenda, Mozer foi expulso, e chegou o intervalo com uma frieza nos números impressionante: a Naval fez 11 remates, apenas dois à baliza, enquanto o Beira Mar, somente com quatro, três deles à baliza, logrou dois golos!

A segunda parte foi praticamente um prolongamento da incapacidade dos navalistas em chegar ao golo (de bola corrida), pese as inúmeras tentativas de meia-distância.

Na hora do sufoco, Fernando Mira, uma vez que Mozer já não estava no banco, limitou-se a fazer trocas posicionais, apostando em João Pedro em detrimento de Marinho, e retirando Fábio Júnior para colocar Bruno Moraes.

O brasileiro acabaria por ganhar a segunda grande penalidade da tarde para a sua equipa mas, desta feita, Manuel Curto não falhou. Estava acabado? Nem pensar. Jorge Sousa descortinou outro castigo máximo e Curto fez o empate.

Yohan Tavares foi para rua, por ter visto dois amarelos em dois minutos, e o final foi de arrepiar, com Giuliano a acertar no poste com estrondo, esfumando-se a última oportunidade dos figueirenses.

Fonte: Mais Futebol

Mozer: «Vencer é fundamental na luta pela permanência»

TÉCNICO CONVICTO NA MANUTENÇÃO

O treinador da Naval disse este sábado que continua convicto de que a equipa vai conseguir a manutenção, e uma vitória frente ao Beira-Mar, na 24.ª jornada da Liga ZON Sagres, é fundamental para este objetivo.
"Estamos a caminhar para o final do campeonato, temos um objetivo para alcançar - conseguir ultrapassar o nosso adversário direto [V. Setúbal] -- pelo que precisamos de pontos e estes só se conseguem com vitórias", afirmou Carlos Mozer.
"Continuo convicto de que nas sete finais que temos pela frente consigamos reduzir a diferença pontual. Vencer amanhã [domingo] o Beira-Mar é fundamental para esse objetivo", acrescentou
Mozer disse que a "grande preocupação de momento do grupo" é conseguir "ter uma boa capacidade de resposta e fazer um grande resultado".
"Cada equipa tem as sua responsabilidades e nós assumimos as nossas. Vamos trabalhar para encontrar as melhores soluções possíveis para poder chegar à baliza do nosso adversário e vencer a partida", sublinhou.
Para isso, Mozer quer que os seus jogadores sejam "coletivamente perfeitos, organizados e ambiciosos".
Mozer garantiu que tudo o que está para trás "é uma pagina virada", os jogadores estão conscientes "da realidade e da sua própria capacidade, não têm de se preocupar com aquilo que já não tem volta mas sim com o que os espera daqui para a frente".
O treinador diz que a equipa trabalhou bem ao longo da semana e que os indicadores que recebeu "lhe deixam otimismo e confiança"
Naval (16.º) e Beira-Mar (9.º), com 16 e 28 pontos, defrontam-se no domingo, pelas 16 horas na Figueira da Foz, em partida que será arbitrada pelo portuense Jorge Sousa.

Fonte: Record

Quatro regressos para a receção ao Beira-Mar

As escolhas de Mozer

Os regressos de Bruno Jorge, Rogério Conceição, João Pedro e Carlitos são o destaque da convocatória da Naval para a receção ao Beira-Mar, partida da 24.ª jornada da Liga.
Face ao jogo com da jornada passada (Marítimo derrota figueirense 3-0) Mozer abdicou de Diego Silva, Orestes, Hugo Machado e Daniel Cruz, chamando o guarda-redes Bruno, os defesas Carlitos e Rogério Conceição e o avançado João Pedro.
De fora ficaram ainda Davide por impedimento físico (recupera de uma intervenção cirúrgica) e Previtali por opção técnica. 

Lista de convocados: 

Guarda-redes: Salin e Bruno Jorge.
Defesas: Carlitos, Real, Tiago Rosa, Gómis e Rogério Conceição.
Médios: Curto, Alex Hauw, Godinho, Godem?che e Giuliano.
Avançados: Michel Simplício, Edivaldo Bolívia, João Pedro, Fábio Júnior, Camora, Marinho e Bruno Moraes. 

Fonte: Record

Motivação é chave para a Naval

A par dos exercícios no relvado, a motivação tem sido a chave da preparação da Naval para o Beira-Mar. "Nada está perdido", tem repetido o técnico Mozer ao plantel, lembrando que os 21 pontos em disputa permitem acreditar na permanência. Davide é o único lesionado, e Carlitos regressa à defesa. 

Fonte: O Jogo

Carlitos já viu três vermelhos

Carlitos está de regresso à lista de opções de Mozer após ter cumprido um jogo de suspensão frente ao Marítimo.

De fora depois de ver um cartão vermelho pela terceira vez no campeonato, o capitão da Naval diz ser, simplesmente, vítima de situações circunstanciais.

«Não sou um jogador violento. Tenho três vermelhos, mas o facto deve-se à forma como a equipa joga. Muitas vezes sou o último homem, daí a necessidade de recorrer à falta. Nunca fui expulso por agressão ou por entrada maldosa», sublinhou. 

Fonte: A Bola

Tiago Rosa acredita na manutenção da Naval

O lateral direito Tiago Rosa garantiu hoje (15) que a Naval 1.º de Maio continua a acreditar na manutenção na Liga portuguesa de futebol e não vai desistir enquanto for matematicamente possível.
Dois dias após o desaire caseiro com o Marítimo (0-3), o jogador que se estreou domingo na divisão principal garante que não há desistências, em vésperas da receção ao Beira-Mar, para a 24.ª jornada, marcada para domingo.
“Desistir é uma palavra que não faz parte do nosso vocabulário”, salientou o lateral direito, justificando: “Enquanto matematicamente for possível garantirmos a manutenção, lutaremos por esse objetivo”.
Tiago Rosa estreou-se pela Naval 1.º de Maio frente aos insulares, interrompendo um afastamento de cinco anos da Liga: “ambicionava outro resultado, mas estou satisfeito por ter voltado a jogar a este nível”.

Fonte: As Beiras

Carlitos regressa ao onze com o Beira-Mar

O plantel figueirense prossegue esta manhã a preparação para o jogo com o Beira-Mar no próximo domingo. Um duelo para o qual Carlos Mozer deverá fazer regressar o capitão Carlitos ao sector defensivo depois de castigo.

Com o regresso do lateral, Tiago Rosa deverá voltar à condição de suplente para um jogo de elevado grau de importância tendo em vista as contas da manutenção.

No treino desta manhã, que decorre à porta fechada, Carlos Mozer apenas não conta com o médio Davide, que recupera de uma intervenção cirúrgica e continua afastado dos planos do treinador brasileiro para o encontro com os aveirenses. 

Fonte: A Bola

Naval-Marítimo, 0-3 (destaques)

Tiago Rosa

Estreia positiva do lateral-direito contratado pela Naval em Janeiro ao Oriental. Não foi só o primeiro jogo com a camisola da equipa da Figueira, foi também o primeiro jogo do defesa na Liga e o mínimo que se pode dizer é que se saiu muito bem. Não teve ensejo de subir no terreno mas, cá atrás, foi providencial em dois cortes, sobretudo o primeiro, a tirar o pão da boca a Kléber, quando este, isolado, se preparava para marcar.
Fonte: Mais Futebol 





Salin | Nada pôde fazer em qualquer um dos golos e ainda assinou algumas defesas providenciais. 









Tiago Rosa | Não foi a estreia que desejava, mas, ainda assim, foi dos mais cumpridores. Faltou aventurar-se mais no ataque. 





João Real | Apesar de ligado ao segundo golo, teve uma série de desarmes que lhe são bem característicos.









 Fábio Júnior | Lutou e ainda fez duas excelentes assistências não aproveitadas por Godemèche e Simplício. 







Hugo Machado | Mexeu um pouco os cordelinhos da equipa na segunda parte.




Fonte: O Jogo

Tiago Rosa (Naval): «Temos de levantar a cabeça»

Tiago Rosa, lateral direito contratado ao Oriental, durante o mercado de Inverno, em declarações, após a sua estreia oficial pela Naval, que perdeu, neste domingo, na Figueira da Foz, frente ao Marítimo:

«Não foi a estreia que desejava, porque não conseguimos alcançar a vitória. Vínhamos de uma sequência de jogos muito bons, mas hoje, apesar de termos tentado, não tivemos a sorte do jogo. Há jogos maus, em dias maus, e hoje foi um desses dias, mas ainda há sete jogos pela frente, e temos de levantar a cabeça e tentar voltar aos bons jogos.

[sobre a luta por um lugar na equipa] Eu vim para ajudar a Naval, e não para entrar em conflitos. O Carlitos é um jogador da casa, e um bom exemplo para seguir. Vamos todos remar no mesmo sentido, de assegurar a manutenção.»

Mozer quer virar a página

Mozer (Naval):

«Tivemos uma tarde para esquecer. Não entrámos no jogo, houve uma apatia colectiva, e alguma falta de concentração. É muito difícil encontrar uma explicação para o que aconteceu hoje, porque durante a semana os treinos correram super bem, mas em jogo as coisas não resultaram. Não conseguimos fazer as combinações que tínhamos treinado. Na segunda parte melhorámos, mas foi insuficiente para dar a volta. A vitória do Marítimo é justíssima, mas temos de virar a página, e olhar em frente.»

Naval-Marítimo, 0-3 (crónica)

Puxão de orelhas insular deu fruto

E ao sexto jogo, a Naval de Mozer encostou. Depois de meia dúzia de encontros sempre a conseguir pontos, os figueirenses não conseguiram resistir, mesmo em casa, perante o grito de revolta maritimista, que sentiu o fundo aproximar-se mas soube reagir depois do toque a reunir da semana. Os insulares foram superiores, do principio ao fim, com uma exibição segura, personalizada, e convincente.

Desta vez, a defesa em linha da Naval viu-se sem argumentos perante a velocidade e dinamismo do trio constituído por Djalma, Baba e Kléber, que desbaratou o extremo reduto da casa em sucessivos contra-ataques até obter dois golos de rajada. A Naval só depois acordou, forçando Marcelo a aplicar-se e até meteu uma bola no ferro, mas o atraso já era demasiado grande. O terceiro, de Baba, já só serviu mesmo para tirar nota artística. Merecida, diga-se.

Num jogo de enorme pressão para ambos os lados, a diferença de velocidade, garra, e, sobretudo, de discernimento, foram gritantes e a vitória foi para a Madeira com toda a naturalidade. Os comandados de Pedro Martins, agora com 25 pontos, estão praticamente a salvo da despromoção, enquanto os da Figueira viram o V. Setúbal fazer subir a linha de água para cinco pontos de distância. Falhanço redundo no primeiro de dois jogos decisivos em casa, veremos como será para a semana, com o Beira Mar.

Salin salvou até onde pôde

O primeiro jogador a destacar-se na partida foi o guarda-redes da Naval, Romain Salin. Quando isso acontece, ainda por cima tão cedo, não costuma ser bom prenúncio para a equipa à qual pertence. O guardião foi defendendo como podia, perante um erro estratégico de Mozer para este jogo: a defesa alta, que era um convite para os extremos rapidíssimos dos maritimistas. Depois, com um finalizador como Kléber, não seria preciso apostar muito para adivinhar quem marcaria o primeiro golo.

A apatia navalista conhecia assim o mais duro castigo mas as coisas iam ficar ainda mais negras. Quase sem tempo para reagir, os da casa viram-se a perder por 0-2, na sequência de uma jogada individual de Djalma, absolutamente arrasador a arrancar do ciclo central para ir furando até área de Salin que, impotente, nada pôde fazer para evitar o remate vitorioso do angolano.

A Naval ficou atordoada, cambaleante por minutos, mas recuperou o folgo e decidiu, só então, lançar-se sobre o adversário. Simplício atirou ao poste, Fábio Júnior coleccionou falhanços, e Marcelo teve de aplicar-se um par de vezes para evitar o pior. Metade da prova estava superada para os comandados de Pedro Martins.

O passo seguinte do plano madeirense foi gerir a posse de bola, quebrar ao máximo o ímpeto da Naval, recorrendo a uma postura agressiva e aguerrida que permitiu evitar estragos de maior. Mozer lançou a artilharia pesada, com Bruno Moraes, mas até foi o Marítimo que, em contra-ataque, esteve mais perto do golo.

O Marítimo, com mais centímetros na defesa e concentração nas bolas paradas, controlou praticamente toda a segunda parte e nem foi muito incomodado perante a total falta de ideias dos figueirenses, manifestamente manietados pela ansiedade que, naturalmente, se terá apoderado dos jogadores. E quando o jogo está assim, dá para tudo, até para um golo fantástico, de Baba. De se lhe tirar o chapéu. 


Fonte: Mais Futebol


Juniores continuam sem vencer

Cumpriu-se este sábado a 5.ª jornada da Fase Final do Campeonato Nacional de Juniores, com o destaque a ir para a goleada do Sporting na deslocação a Leiria, onde aplicou “chapa 8” à União local.
Quem também goleou foi o FC Porto na receção à Naval (5-1). Já o Benfica venceu o Gondomar, em Lisboa, por 2-0. No outro jogo da jornada o V. Guimarães triunfou no dérbi minhoto, por 3-2, frente ao Sp. Braga.
Os vimaranenses continuam na liderança da prova com 12 pontos, os mesmos do FC Porto, que é 2.º classificado. O Benfica subiu ao 3.º lugar, com 9 pontos, tantos quanto o Sp. Braga (4.º), enquanto o Sporting está em 5.º, com 8. Em 8.º e último lugar está a Naval, com apenas 1 ponto.

Fonte: Record

Marinho: «Vitória é o único resultado que nos interessa»

AVANÇADO FAZ ANTEVISÃO DA RECEPÇÃO AO MARÍTIMO

O avançado Marinho afirmou esta sexta-feira que a Naval tem de assumir o favoritismo no jogo de domingo com o Marítimo, referente à 23.ª jornada da Liga.
"A vitória é o único resultado que nos interessa", disse o atacante, acrescentando: "Quem como nós entra em todos os jogos com o pensamento na vitória só tem uma alternativa: assumir favoritismo".
"Vai ser um jogo complicado e difícil, as duas equipas têm consciência que a época está na sua fase decisiva", afirmou ainda Marinho, que marcou nos dois últimos encontros em que a Naval triunfou sobre os insulares.
"O nosso objetivo é vencer, independentemente de quem possa marcar, se a oportunidade surgir tentarei aproveitar, mas, se for outro companheiro a marcar desde que consigamos vencer fico feliz e satisfeito".
Márinho desvalorizou, por outro lado, o facto de o Marítimo ter vindo a descer de produtividade nas últimas jornadas. "Não é um facto relevante" e salientou que "o futebol é feito de momentos, de um momento para o outro tudo pode mudar".

Fonte: Record

Cinco regressos para a receção ao Marítimo

CARLOS MOZER CONVOCOU 19 JOGADORES

Diego, Orestes, Hugo Machado, Godinho e Bruno Moraes, todos ausentes da convocatória anterior, foram chamados pelo técnico da Naval, Carlos Mozer, para a receção deste domingo ao Marítimo, em jogo da 23.ª jornada do campeonato.
Na comparação com a partida com o P. Ferreira (empate a zero), o treinador brasileiro prescindiu do guarda-redes Bruno Jorge, dos defesas Carlitos (castigado) e Rogério Conceição e dos avançados João Pedro e Prevital.

Lista de convocados: 

Guarda-redes: Salin e Diego
Defesas: Orestes, Daniel Cruz, Real, Tiago Rosa e Gómis
Médios: Curto, Alex Hauw, Godinho, Godemèche, Hugo Machado e Giuliano
Avançados: Michel Simplício, Bolívia, Fábio Júnior, Camora, Marinho e Bruno Moraes

Fonte: Record

Naval entende que já pagou o que devia a Gilmar

Clube reage à acção de insolvência colocada pelo ex-jogador

 A Naval reagiu esta quinta-feira à acção de insolvência movida pelo seu ex-jogador Gilmar garantindo já ter pago os valores que entendeu ter em dívida para com o antigo médio brasileiro. Em conferência de Imprensa, o responsável jurídico do clube contestou ainda algumas instâncias da justiça desportiva e voltou a afirmar não ter sido notificado, nem conhecer o teor do processo. Mas se o tivesse, também não o discutiria na praça pública.

«A Naval já pagou ao Gilmar aquilo que entende que lhe devia. O resto são acertos, de empréstimos e outras situações. Houve adiantamentos ao jogador, que passava a vida a fazer investimentos em bovinos no Brasil», acusou Nuno Mateus, referindo-se a várias «tentativas de destabilização» que têm surgido ultimamente nos jornais. «É lamentável que isto aconteça, porque os processos são para ser tratados por um Tribunal, os jornalistas com o devido respeito, não são juízes», acrescentou.

Quanto à situação de insolvência da Naval, o advogado foi cáustico: «Se formos a ver, o Sporting está insolvente, porque a Academia pertence à SGPS. Assim, somos todos insolventes. Não vamos entrar em chicoespertíces. Isto faz-me lembrar a penhora da sanita da Antas, aqui há uns anos. E já agora, a acção? Alguém a viu? Houve, de facto, uma acção de penhora, mas isso não tem nada a ver com a insolvência. A advogada até saiu daqui a dizer que havia acordo. A Naval pagou o que devia.»

Nuno Mateus garante que o clube tem, pois, forma de fazer face à dívida: «Pagámos, no ano passado, só em salários, dois ou três milhões e, agora, de um dia para o outro, acordámos insolventes? Existe algum jogador da época passada, que diga que não recebeu? Se o fizesse, nem a Naval podia estar inscrita.»

A decisão da Comissão Arbitral Paritária (CAP), mais tarde confirmada pelo Conselho de Justiça, de condenar o clube a pagar 129 euros a Gilmar, e está na origem de todo o processo, também foi contestada: «Esse ex-jogador intentou uma acção, ganhou, perdeu... é um caso muito complexo porque existia a transição da dívida para a SAD, a Federação deu-nos razão mas ele recorre para um órgão virtual que é o Conselho Justiça, que sai com essa decisão estranha, salomónica. CAP? Nem foram ouvidas as testemunhas da Naval..»

Fonte: Mais Futebol

Dívidas do clube geram penhoras à autarquia

Verbas em atraso em protocolos

A autarquia da Figueira da Foz foi alvo de 10 execuções de penhoras, por parte de credores da Naval, sobre verbas em atraso em protocolos celebrados com o clube, disse esta quinta-feira fonte camarária.
Em causa estão protocolos celebrados entre o clube da Liga Zon Sagres e o município, relativos a apoios às classes de formação da Naval, que totalizam cerca de 300 mil euros.
No entanto, a autarquia alega que as verbas em atraso, desde 2007, no âmbito dos protocolos, destinam-se às atividades desportivas e não podem ser utilizadas para pagar dívidas.
"No entender da Câmara Municipal, as obrigações a que as partes estão sujeitas não configuram verdadeiros créditos, nem exigíveis judicialmente", disse fonte da autarquia.
De acordo com a mesma fonte, a Câmara Municipal recebeu 10 execuções de penhoras "de centenas de milhares de euros", colocadas por credores da Naval, entre os quais ex-jogadores do clube.
"Queriam vir buscar dinheiro à Câmara, mas os protocolos estão afetos a fins de utilidade pública, não são verdadeiros créditos", reafirmou.
Um dos credores que oficiou a Câmara Municipal foi o ex-jogador Gilmar, que reclama da Naval o pagamento de uma dívida de 60 mil euros e entregou em tribunal, sexta-feira, um pedido de insolvência, ainda não decretado, da agremiação desportiva.
"Temos um ofício da Câmara a dizer que não tem créditos à Naval", sustentou Gonçalo Ribeiro, advogado do médio brasileiro que representou a Naval entre 2005 e 2009.
O jogador avançou para tribunal ao constatar que o clube da Figueira da Foz, que conta 118 anos de existência, "está em situação de insolvência", disse o causídico.
"Não tem qualquer património, só tem dívidas, bens penhorados, até os barcos de remo estão penhorados", frisou Gonçalo Ribeiro.
A Naval alega desconhecer o pedido de insolvência, afirmando que ainda não foi notificada, disse, por seu turno, Nuno Mateus, assessor jurídico do clube.
"Não tenho conhecimento de qualquer pedido de insolvência", afirmou, recusando mais comentários sobre a situação.

Fonte: Record

Tiago Rosa espreita um lugar

Castigo ao capitão Carlitos obriga a alterações no flanco direito para o jogo com o Marítimo.

Carlos Mozer começou ontem a preparar o jogo do próximo domingo com o Marítimo. Uma partida para a qual o treinador da equipa figueirense já sabe que não irá contar com o capitão Carlitos, castigado.

Para ocupar a vaga do lateral-direito, Tiago Rosa poderá ser o eleito, apesar de Gomis, defesa-central, também poder ser adaptado nessa posição.

Fonte: A Bola

Naval: Gilmar entrou com pedido de insolvência

Dívida de 60 mil euros coloca clube em risco de extinção

 É mais um episódio no diferendo entre o ex-jogador Gilmar e a Naval, mas, desta feita, de consequências possivelmente bem mais gravosas: o brasileiro entregou, no final da semana passada, um pedido de insolvência do clube na tentativa de ver saldada uma dívida de cerca de 60 mil euros, apurou o Maisfutebol junto de fonte do processo.

A Naval, recorde-se, foi condenada pela Comissão Arbitral Paritária a indemnizar o seu ex-capitão em 129 mil euros, que rescindiu em 2009, alegando salários em atraso, além do facto de ter sido colocado a treinar à parte. Como, entretanto, foi constituída uma SAD para gerir o futebol, houve recurso para o Conselho de Justiça, que confirmou a decisão.

Sem poder inscrever jogadores em Janeiro, por via do diferendo, o clube pagou 70 mil euros, para poder regularizar as inscrições de Diego Silva, Tiago Rosa e Bruno Moraes, no último dia do prazo, deixando por liquidar os cerca de 60 mil euros remanescentes.

Seguiu-se uma acção de penhora, no início de Fevereiro, mas, ao contrário daquilo que veio a público na altura, não foi estabelecido qualquer acordo. Á excepção de alguns troféus, cujo valor não cobria a dívida, todos os outros bens já estavam penhorados, de acordo com a mesma fonte, em favor do fisco e segurança social, entre outros.

Perda da utilidade pública e clube em risco

Desta forma, não restou alternativa senão o pedido de insolvência. O clube tem agora 10 dias para contestar, pagando o valor em atraso ou fazendo prova de que tem ainda património suficiente para fazer face à dívida. Se nada disso for feito e o incumprimento continuar, o tribunal irá nomear um administrador de insolvência e pode haver consequências mais graves, desde a perda do estatuto de utilidade pública até à própria extinção do emblema figueirense.

Os responsáveis navalistas mostram-se, mais uma vez, serenos e defendem que este processo em nada afecta a SAD, responsável pelo futebol profissional. Os problemas financeiros da instituição são, todavia, recorrentes e reflectem-se, por exemplo, nas dificuldades em pagar os salários, actualmente com dois meses de atraso. Esta quinta-feira, sabe o Maisfutebol, é esperado que os valores em causa, ou pelo menos uma parte deles, sejam liquidados.

Fonte: Mais Futebol

Arbitragem à deriva


ARBITRAGEM

Á Deriva

Rigoroso na expulsão de Carlitos, Elmano Santos deixou ao assistente, melhor colocado, a decisão de não punir dois derrubes de Cohene a João Pedro, um deles na área. Lento na disciplina, contrastou com os assistentes, rápidos no fora-de-jogo.

Fonte: O Jogo

Mozer: «Dadas as circunstâncias, empate foi um prémio»

Mozer, treinador da Naval, em declarações na sala de imprensa, no final do encontro com o P. Ferreira, que terminou sem golos:

«Dadas as circunstâncias do jogo é um prémio para a minha equipa. A expulsão do Carlitos não tem contestação, foi uma jogada em que o jogador vai em direcção à baliza. Mas houve situações semelhantes que não foram ajuizadas da mesma forma. Num lance com o João Pedro, há uma falta normal, passível do cartão amarelo, mas que foi cometida por um jogador que já tinha um. Assim, as coisas poderiam ficar iguais dentro do campo. Sem ver as imagens e dando o benefício da dúvida ao árbitro, pareceu-me penalty numa outra jogada. O fiscal de linha estava melhor colocado e não marcou. Poderia ter mudado um bocado o ritmo disto.»

«Quanto estivemos onze contra onze jogámos muito bem, contra uma grande equipa que está a fazer um belo campeonato. Com menos um homem continuámos a discutir de igual para igual. Tivemos oportunidades para marcar. Vamos continuar a trabalhar, para somar o maior número de pontos possível. O desgaste foi grande e vamos tentar agora recuperar para o jogo do próximo fim-de-semana com o Marítimo.» 

Marinho: «Nuno Santos devia ter visto o segundo amarelo»

Marinho, médio da Naval, comentou desta forma o empate frente ao Paços de Ferreira (0-0). O jogador reclama um segundo amarelo que ficou por marcar ao defesa do Paços, Nuno Santos, que poderia ter mudado a história da partida.

«Fizemos o possível, lutámos até ao fim mas não era o resultado que queríamos, mesmo reduzidos a dez. Mas foi o que conseguimos e um ponto é sempre um ponto. Vamos continuar a lutar pelo nosso objectivo. Existe uma falta do Nuno Santos que ficou por marcar. Não sei se seria penaltiy porque estava distante do lance e não consigo ter a percepção se foi dentro ou fora da área. De qualquer forma devia ter sido mostrado o segundo amarelo e a equipa ficava reduzida a dez, o que era mais justo. O árbitro decidiu não marcar, talvez por não querer errar mas não nos vamos agarrar a isso.»


P. Ferreira-Naval, 0-0 (destaques)

Salín, uma barreira que nem Caetano ultrapassou


Salin, uma espécie de líbero

O P. Ferreira coloca muitas bolas nas costas das defensivas adversárias e Salín mostrou que tinha a lição bem estudada, actuando como um autêntico líbero, cortando vários lances de perigo. Jogou mais com os pés do que com as mãos, até porque foi com a perna esquerda que negou o golo a Pizzi no lance mais perigoso dos «castores».




João Real, a ter debaixo de olho

 Pegou de estaca na equipa e, pela amostra, só se estranha o tempo que demorou. Jogo exemplar do central português, jogando como central mais solto, mas sempre atento às investidas de Rondon. Na temporada passada marcou na Mata Real e, agora, esteve a centímetros do golo já quando a Naval jogava com dez.



Marinho, o sacrificado

Estava a ser um dos melhores da Naval quando foi sacrificado por Mozer, na tentativa de reequilibrar a equipa após a expulsão de Carlitos. Começou em grande estilo, com um remate que tirou tinta à trave de Cássio e ainda aqueceu as mãos do guardião, num lance em que aproveitou o adiantamento de Nuno Santos.

 



Fonte: Mais Futebol


P. Ferreira-Naval, 0-0 (crónica)


Desacerto e sofrimento ditam desfecho cinzento a jogo entretido

 Pontos. Por muitas dissertações que se façam sobre a beleza do jogo, a qualidade dos ataques ou a classe das equipas, é na disputa pelos pontos que se baseia todo o pressuposto de um campeonato de futebol. Não deixa de ser curioso que, num desporto tão imprevisível, seja uma certeza matemática a ditar leis. Assim, na Mata Real, mais do que um bom espectáculo, assistiu-se a uma luta pelo pão de futebol. Acabou sem golos.

O momento de forma do Paços de Ferreira já foi referido, debatido e oficializado em momentos passados, tal a forma como foi explanado e passeado pelo país. Da Naval também se sabia que estava no auge da temporada. Com Mozer chegaram os pontos. Com eles, a confiança necessária para abraçar uma missão que parecia impossível. Ainda não é e esse mérito tem de ser dado ao treinador.

Salín foi um líbero (destaques)

Até porque a equipa figueirense entrou melhor no encontro da Mata Real. Aproveitando a falta de rotinas de Nuno Santos como defesa esquerdo (Maykon estava castigado), Marinho explorou o flanco e foi de lá que, logo aos sete minutos, conseguiu o lance mais perigoso do primeiro tempo. Toda a gente, Cássio incluído, esperava um cruzamento, a bola levou a direcção da baliza e só a trave evitou o golo. O mesmo Marinho viria a aquecer as mão de Cássio, numa bola colocada nas costas de Nuno Santos. Parecia haver mais Naval.

Mas se o esquerdino do Paços teve muito que fazer na defesa, ainda aproveitou uma esporádica subida ao ataque para «expulsar» Carlitos, num lance em que já ia entrar na área. A partir daí, a toada do jogo mudou. Mozer reequilibrou a equipa com Rogério e João Pedro, abdicando de Fábio Júnior e Marinho. A Naval teria de encarar todo o segundo tempo com um jogador a menos.

Sem Carlitos, mostrou-se...a equipa

Mas a equipa da Figueira da Foz já mostrou que o sofrimento não é problema. Foi por entre as ruínas de um grupo que parecia destruído que uma equipa se formou. Segurar um ponto, primeiro. Tentar o «jackpot» no contra-ataque, depois. Passou a ser assim o futebol navalista.

O Paços de Ferreira, que tentava manter a distância para o Sporting em apenas um ponto, tomou, naturalmente conta do jogo. O segundo tempo foi um festival de jogo ofensivo dos «castores», ávidos pelo sétimo triunfo consecutivo.

Rui Vitória: «Não nos queiram cortar as ambições»

Mozer: «Dadas as circunstâncias, empate foi um prémio»

Faltou marcar. Pizzi dispôs da mais soberana ocasião de golo, quando, ao minuto 52, permitiu que Salin evitasse que a melhor jogada do Paços em todo o jogo terminasse no fundo da baliza. Mas Rondon também teve uma noite para esquecer. Apesar de bem servido, a pontaria nunca foi a melhor. A entrada de Caetano alargou o jogo ofensivo do Paços, numa altura em que a Naval oficializava a procura pelo empate. O jovem português entusiasmou as bancadas e a equipa, mas a sua luta foi inglória, já que o resultado nunca se modificou.

Ainda assim, o Paços de Ferreira isolou-se no quarto lugar, com mais um ponto que o V. Guimarães e a três do Sporting. Este empate não mancha rigorosamente nada, porque a equipa ainda tem tanto crédito...Já a Naval continua a somar pontos atrás de pontos e a acreditar que o sonho é possível.

Fonte: Mais Futebol 

Marinho prevê bom resultado

A deslocação à Mata Real coloca frente a frente dois grandes amigos: Rui Vitória, treinador do Paços de Ferreira, e Marinho, avançado da Naval.

«Além de grande amigo foi um dos treinadores que em vários momentos cruciais mais marcou a minha carreira, mas não podemos confundir amizade com profissionalismo. Estamos confiantes num bom resultado », disse Marinho.

Fonte: A Bola

Tiago Rosa estreia-se nos convocados para Paços de Ferreira

A estreia do defesa Tiago Rosa constitui o principal destaque na convocatória da Naval para o embate desta segunda-feira (18 horas) no campo do Paços de Ferreira.

Face ao último jogo – empate a zero com o SC Braga –, regista-se ainda a saída do avançado Bruno Moraes.

De fora para além de Davide que recupera de uma intervenção cirúrgica, ficaram Diego, Bruno Moraes, Orestes, Godinho e Hugo Machado.

Eis a lista completa de convocados:

Guarda-redes: Salin e Bruno Jorge;

Defesas: Daniel Cruz, Carlitos, Real, Tiago Rosa, Gómis e Rogério Conceição;

Médios: Curto, Alex Hauw, Godemèche e Giuliano;

Avançados: Michel Simplício, Edivaldo Bolívia, Previtali, João Pedro, Fábio Júnior, Camora e Marinho.
Fonte: A Bola

Viagem a Paços de Ferreira


O Coletivo Maravilhas está a organizar uma viagem a Paços de Ferreira para o Paços de Ferreira - Naval 1º de Maio.
Quem quiser inscrever-se, deverá contactar o número disponível.

Godemèche foi ver a filha

Deslocou-se a França

O plantel navalista regressou hoje aos treinos, numa sessão que não contou com a presença de Godemèche. O francês, de 26 anos, que foi pai de uma menina na passada segunda-feira – quando a Naval defrontava o Sp. Braga – foi autorizado pelo clube a deslocar-se a França para ver a recém-nascida e dar algum apoio à mulher.
O médio volta à Figueira da Foz ainda a tempo de poder alinhar no próximo jogo (segunda-feira, com o P. Ferreira), embate que o técnico Carlos Mozer começou a preparar ontem. Com apenas uma derrota (no Dragão) nos últimos 7 jogos, a Naval continua empenhada em fugir da zona de despromoção, objetivo que está agora à distância de 4 pontos.

Fonte: Record

Mozer (Naval): «Um ponto é sempre um ponto»

Carlos Mozer, treinador da Naval, no final do nulo com o Sp. Braga, esta segunda-feira, na Figueira da Foz:

«Este empate serve à Naval, porque vai somando pontos. Qualquer ponto que se soma, é sempre ponto. Do meu ponto de vista, se perdemos dois, sim, perdemos. Foi um jogo com intensidade grande, tivemos bastantes oportunidades de golo e o Braga também algumas. Nos últimos segundos, temos uma perdida incrível pelo Simplício, que se fosse concretizada teríamos ganho o jogo, o que nos assentaria bem. Fomos rápidos, defendemos com pressão alta, e conseguimos anular o Sp. Braga. Estamos Tristes porque fizemos tudo para ganhar mas continuamos cientes de que equipa está cada vez mais forte e não vamos desistir do nosso objectivo que é a manutenção.»

«Fizemos tudo para ganhar» - diz adjunto de Mozer




Eduardo Almeida, adjunto de Carlos Mozer, diz que a Naval fez «tudo para ganhar» o jogo com o SC Braga.

«Fizemos tudo para ganhar. Não foi possível, vamos trabalhar para vencer o próximo jogo. Tivemos algumas oportunidades mas falhámos na concretização. Podíamos ter feito um resultado ainda mais positivo», analisou Eduardo Almeida, em declarações à Sport TV.

«Foi um ponto somado, pena que não tivessem sido três. Vamos procurar somá-los no próximo jogo», terminou.

Fonte: A Bola