Câmara vai construir campo sintético



A Câmara da Figueira da Foz anunciou, hoje, que o Tribunal de Contas aprovou a construção de um campo sintético de futebol na envolvente do Estádio Municipal José Bento Pessoa, obra orçada em 514 548 euros (mais IVA), com um prazo de execução de seis meses.
Segundo o presidente do Município, “a construção deste equipamento é uma mais-valia para a cidade e para todos os jovens praticantes da modalidade, que há largos anos vinham reclamando a falta de condições para a prática desportiva”.
“Esta obra é, acima de tudo, o cumprimento do dever de uma autarquia de dotar a sede de concelho de equipamentos que promovam o desporto, e os seus praticantes, de uma forma digna”, refere João Ataíde.
Para o autarca, “com a obtenção deste visto favorável do Tribunal de Contas fica demonstrado que este é mais um processo que traduz a seriedade e o rigor que este Executivo tem imprimido, quer na elaboração dos projectos, quer na apresentação das propostas de candidatura”.
“Não obstante o quadro financeiro difícil com que a autarquia se depara, não poderia deixar de congregar os meus esforços para a construção deste sintético”, remata João Ataíde.


SC Braga B vence Naval (2-0)


 SC Braga B foi esta quarta-feira à Figueira da Foz vencer a Naval, por 2-0, em partida em atraso da 23.ª jornada da 2.ª Liga.

O marcador só funcionou na etapa complementar e, em ambas as ocasiões, na sequência de pontapés de canto. 

José Luís deu vantagem ao conjunto minhoto aos 47 minutos, pertencendo a Palmeira, aos 58, o golo que ditou o resultado final.

A Naval mantém-se no 14.º lugar com 33 pontos, enquanto o SC Braga deixa a zona de despromoção, ocupando agora a 19.ª posição com os mesmos 23 pontos do SC Covilhã, 18.º classificado.

Fonte: A Bola

Futebol de Formação: resultados do fim-de-semana

Naval "B" 5-0 Ala-Arriba (Benjamins B)

BENJAMINS A
Eirense 1 Naval 3
BENJAMINS B
Naval B 5 Ala-Arriba 0
INFANTIS B
Naval B 2 Tocha B 2
JUVENIS
Águias de Arazede 0 Naval B 6
INICIADOS A
Académica / SF 2 Naval A 2
INICIADOS B
Naval B 8 Montemorense0


Folgaram as equipas de Juniores, Juvenis A e Infantis A.

Entrevista de André Carvalhas ao Vive O Futebol


André Carvalhas foi um dos mais talentosos jogadores que passou pela formação do SL Benfica, mas não conseguiu ter sucesso na sua passagem para o futebol sénior. Hoje na Naval e já depois de ter rescindido com o Benfica, está a fazer uma época que começa a dar indícios que o talento está lá, sendo um dos destaques da equipa.

Foto por Carina Monteiro
Vive-O-futebol - Fez toda a sua formação no Benfica e era considerado uma das maiores promessas da formação do Benfica. Foi difícil lidar com a pressão?

André Carvalhas - Penso que o facto de não ter singrado no Benfica nada teve a ver com a pressão que tinha sobre mim, mas sim porque se desligaram um pouco dos jogadores emprestados e não deram o devido valor a todos eles, eu inclusive. Sei que fizeram de mim algo que conquistei com os tempos da minha formação, algo merecido penso eu pelo trajeto que fiz tanto no Benfica como na seleção

VOF- O que faltou para ter sucesso no Benfica? 

AC- Acima de tudo, oportunidade. Acho que não tive nenhuma, apesar de ter estado próximo de a ter e sei que não iria desiludir ninguém. Fiz a pré época no meu primeiro ano como sénior e que por sinal me correr muito bem mas o Benfica decidiu emprestar me ao rio ave que estava na 1liga.

VOF- Acha que se na altura o Benfica B tivesse equipa B teria sido diferente?

AC- Já pensei várias vezes nisso e acho que sim, se na altura houvesse equipa B ainda estaria no Benfica.

VOF- Depois de na época passada ter representado o Trofense, reforçou esta época a Naval.
Está a correr como esperava?

AC- A época esta me a correr muito bem a nível pessoal, já marquei 7 golos e sinto me bem comigo mesmo. Sinto me importante para a equipa e isso da me alento para melhorar todos os dias e dar o máximo a cada jogo que faço. A equipa é boa e esta num bom caminho apesar de algumas dificuldades que temos vindo a atravessar como é do conhecimento de todos e apesar de tudo temos feito um bom trajeto porque a qualidade e o espirito de entre ajuda entre todos é de enaltecer.

VOF- Pensa que ainda vai a tempo de brilhar ao mais alto nível e mostrar que não era apenas uma promessa?

AC- Jogo futebol porque amo jogar, adoro competição e a adrenalina que o jogo transmite e há uma frase que sempre me caracterizou que é " não quero ser apenas mais um". É para isso e por isso que jogo futebol, sei do que sou capaz, sei as minhas qualidades e capacidades, sei que há muita gente que também sabe e já o provei variadíssimas vezes.

VOF- Quem são os seus ídolos?

AC- Simão Sabrosa e Miccoli.

VOF- Quais são os seus objetivos para o seu futuro? Pensa em regressar ao Benfica?

AC- Não sou futurologista mas gostava como é óbvio de voltar a representar um grande de Portugal e o Benfica é um deles, quem não gostaria. Tenho objetivos diários e a cada dia tento supera los porque só assim conseguirei atingir um nível altíssimo que quero atingir.

Fonte: ViveOFutebol

Naval vence Feirense


Foto por Carina Monteiro
A Naval venceu este domingo o Feirense, por 2-0, em jogo da 25.ª jornada da II Liga, disputado na Figueira da Foz, partida em que a turma vencedora só respirou tranquilidade nos minutos finais. Dois golos, de João Martins (31 minutos) e Vítor Alves (87), garantiram o regresso da equipa da casa às vitórias, num jogo em que o Feirense foi punido pela sua deficiente eficácia.

O terreno lamacento e pesado condicionou a ação dos dois conjuntos, em especial na etapa complementar, em que os jogadores tiveram de optar pelo futebol direto e musculado, em detrimento do tecnicismo.

Estavam decorridos 31 minutos, quando a turma da casa se colocou em vantagem por João Martins. Carvalhas iniciou o lance, assistiu Regula e este, junto à linha de fundo, fez a assistência para o "encosto" certeiro do número 10. O golo espevitou a equipa da casa, que cresceu ofensivamente e poderia ter dilatado a vantagem ao minuto 37 e 41, primeiro por Cerveira, que atirou ao poste, e depois por Regula, que desperdiçou de forma displicente na cara do guardião visitante.

O Feirense, aos 41 minutos, na sequência de lance de bola parada cobrado por Jorge Gonçalves criou o lance de maior índice de perigo, mas o guardião figueirense negou-lhes as intenções executando defesa arrojada. No reatamento, Quim Machado evidenciou não estar satisfeito com os acontecimentos deixando no balneário Pires e o estreante Júlio César, trocando-os por Samir e outro estreante, Uillan, com o cabo-verdiano a assumir a frente de ataque.

Os minutos iniciais deste período foram de clara supremacia dos visitantes, que aos 60 e 65 minutos desperdiçaram duas excelentes ocasiões de golo por displicência de Samir e Rafa. Aos 87 minutos, um pouco contra a corrente do jogo, Vítor Alves, recém-entrado na partida rematou de surpresa e fez o 2-0, golo em que o guardião visitante não fica isento de culpa mas que contribuiu decisivamente para a tranquilidade da equipa da casa.

Jogo no Estádio Municipal José Bento Pessoa em Figueira da Foz

Naval-Feirense, 2-0

Marcadores: 1-0, João Martins, 31 minutos 2-0, Vítor Alves, 87

- Naval: Guilherme, Carlitos, Diogo Silva, Tikito, Luís Tinoco, Djibril, André Fontes, Regula (Vítor Alves, 80), João Martins (Telinho, 67), André Carvalhas e Tiago Cerveira (Diogo Vila, 62

Suplentes: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, Diogo Vila, Eusébio, Rómulo, Telinho e Vítor Alves

Treinador: Álvaro Magalhães

- Feirense: Marco, André Santos, Luciano, Carvalho, Marcelo, Júlio César (Uillan, 46), Diogo Cunha (Ludovic, 75), Rafa, Jorge Gonçalves, Fonseca e Pires (Samir, 46)

Suplentes: Carlos, Ludovic, João Ricardo, Willam, Samir, Uillan e Platiny)

Treinador: Quim Machado

Árbitro: Manuel Mota (Braga)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Djibril (18), Luciano (29), Diogo Silva (41), Diogo Cunha (55), André Carvalhas (55), Diogo Vila (72), Telinho (74)

Assistência: 100 espetadores.

Fonte: Record

Futebol profissional: 25ª Jornada


Naval consegue importante empate na Luz


Fonte: Facebook Oficial do Sport Lisboa e Benfica
Benfica B e Naval empataram esta quarta-feira 2-2, em jogo da 24.ª jornada da 2.ª Liga em que os encarnados deixaram fugir os 3 pontos a apenas um minuto do fim.

Depois de ter operado uma reviravolta no marcador, o Benfica B, a atuar em casa, acabou por ceder o empate aos 89 minutos, quando Regula fez o 2-2 de grande penalidade, assinalada pelo árbitro Duarte Gomes para castigar uma falta de Bruno Gaspar dentro da área da equipa da Figueira da Foz.

O homem do jogo foi o benfiquista Miguel Rosa, que marcou os dois golos que permitiram aos "encarnados" dar a volta ao resultado, aos 73 e 77 minutos, respondendo ao primeiro golo navalista, anotado por Carvalhas, aos 30.

Num jogo fraco, a Naval adiantou-se à meia-hora, numa altura em que o Benfica começava a aparecer com mais frequência junto da área adversária, embora poucas vezes com perigo. Uma perda de bola da defesa do Benfica à entrada do seu meio campo permitiu a Carvalhas correr para a baliza sem oposição e, ainda fora da área, desferir um remate, que após um ligeiro toque em Roderick, passou por cima do guarda-redes Mika.

Depois de uma intensa pressão em busca da igualdade, aos 73 minutos, Guzzo rematou de longe e a bola sofreu um desvio, ficando à mercê de Miguel Rosa, que desviou a bola do guarda-redes contrário. Quatro minutos mais tarde, o capitão benfiquista bateu superiormente um livre à entrada da área da Naval, com a bola a descrever um arco e a entrar no canto superior direito da baliza à guarda de Ricardo Neves.

Em vantagem, o Benfica serenou e manteve o comando da partida, mas um último fôlego da Naval ditou o lance da grande penalidade e que Regula converteu na igualdade final.

Jogo no Estádio da Luz, em Lisboa.

Benfica B-Naval, 2-2.

Ao intervalo 0-1. 
Marcadores: 0-1, Carvalhas, 30 minutos. 1-1, Miguel Rosa, 73. 2-1, Miguel Rosa, 77. 2-2, Regula, 89 (penálti).


Equipas: 


Benfica B: Mika, Bruno Gaspar, Roderick, Daniel Martins, Carole, Luciano Teixeira, Cafú (Helder Costa, 57), Miguel Rosa, Leandro Pimenta (Deyverson Silva, 46), Ivan Cavaleiro (João Teixeira, 83) e Raphael Guzzo. 
(Suplentes: Deyverson Silva, Hélder Costa, João Mário, Rafael Copetti, Victor Lindelof, Ghislain Mvom e João Teixeira). Treinador: Luis Norton de Matos.


Naval: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, João Martins, Cerveira, Diogo Silva, Tikito, Eusébio (Telinho, 55), Carvalhas, Tinoco, Regula e Vítor Alves (Vila, 85). 
(Suplentes: Vítor Nogueira, Raul, Vila, João Diogo e Telinho).
Treinador: Álvaro Magalhães.


Árbitro: Duarte Gomes. Ação disciplinar: Cartão amarelo para Rafael Guzzo (17), Roderick (35) e Bruno Gaspar (88).

Assistência: 423 espectadores.

Fonte: Record

Futebol de Formação: Resultados do fim de semana


Este fim de semana o futebol de formação contou por derrotas os 3 jogos efectuados.
Assim:
JUNIORES:
NAVAL 2 ; Sporting da Covilhã - 6

JUVENIS:
Académica de Coimbra - 4 ; NAVAL A - 1

INICIADOS:
Vigor - 4 ; NAVAL A - 1

As equipas B de Juvenis e Iniciados folgaram este fim de semana.

O estado do tempo condicionou fortemente o jogo de juniores disputado no campo pelado sob intensa ventania. O resultado de 0-4 ao intervalo foi determinante para a derrota.
Terminada esta primeira fase em 8º lugar (entre 10 competidores) , iremos ter agora uma segunda fase para lutar pela permanência, partindo com os pontos obtidos até agora. 
Descem os 3 últimos classificados, sendo que neste momento a nossa equipa está a 7 pontos do primeiro lugar que evita a descida.
Sendo difícil tarefa, acreditamos que nos 14 jogos que se avizinham (o campeonato é reatado no dia 9 de Fevereiro) a equipa tem condições para subir na classificação e se manter no campeonato nacional.

As equipas A de juvenis e iniciados sofreram derrotas em casa dos líderes das respectivas séries.

Fonte: Departamente de Futebol da Associação Naval 1º de Maio

Álvaro não conta com Bonfim e Raul


O defesa brasiliero e o lateral angolano devem rescindir nos próximos dias o contrato que os ligava à Naval.

Léo Bonfim e Raúl estão de saída da Naval da Figueira da Foz. Os dois jogadores não fazem parte dos dos planos de Álvaro Magalhães e devem rescindir nos próximos dias.

Léo Bonfim, defesa brasileiro, de 30 anos, que nas duas épocas anteriores jogou no Boavista e, anteriormente, no Olimpia Ljubljana, da Eslovénia, Gondomar e Vitória de Setúbal, termina a ligação ao clube do distrito de Coimbra depois de ter sido utilizado em apenas cinco jogos da II Liga e dois da Taça da Liga, em casa com o Braga e em Guimarães. 

Raúl, defesa-esquerdo angolano, 1,81 metros, fez 14 jogos pela equipa da Figueira da Foz, 12 na II Liga e dois na Taça da Liga, em casa com o Beira-Mar, a 19 de dezembro do ano pasado, e em Guimarães, com o Vitória, a 9 de janeiro.

Fonte: O Jogo

Taborda de volta por duas épocas e meia


O guarda-redes, Taborda, que recentemente rescindiu contrato com o Brasov, da Roménia, está de volta à Naval 1.º de Maio, vinculando-se ao clube da 2.ª Liga por duas épocas e meia.

«É o regresso a uma casa que eu gosto muito e sei que também gostam de mim», afirmou o guarda-redes, estabelecendo como meta atingir os objetivos delineados pelo clube.

Taborda é a quinta contratação do clube neste mercado de janeiro, seguindo-se a Télinho, Eusébio, Djabril e Rómulo.

Fonte: A Bola

Naval-Sp. Braga B adiado para 30 de janeiro


O encontro Naval- Sporting Braga B, da 23ª jornada da Segunda Liga, foi este domingo adiado para 30 de janeiro, por decisão do árbitro Marco Ferreira, por o terreno não reunir as condições necessárias.

Os delegados da Liga de clubes informaram que, de acordo com os regulamentos, o jogo teria de ser realizado 30 horas depois da decisão do adiamento e antes das 72 subsequentes ao próximo jogo das equipas, o que, tendo em conta a marcação da 24.ª para quarta-feira, não era possível.

Os representantes da Liga e os delegados dos dois clubes acordaram no adiamento da partida para 30 de janeiro, às 16 horas.

Fonte: Record

Tiago Cerveira disponível


Tiago Cerveira está às ordens de Álvaro Magalhães reforçando o lote de opções para o encontro com o SC Braga B. O clube figueirense ultrapassou as questões burocráticas que originaram a suspensão da inscrição do jogador, pelo que o treinador da Naval tem ao seu dispor mais uma opção ofensiva.

Filipe Melo não integrou o treino desta terça-feira – realizou corrida à volta do relvado – continuando em recuperação da lesão que o afastou da equipa nas duas últimas semanas.

Guilherme, Carlitos e André Fontes foram punidos com um jogo de suspensão pelo CD da Liga, penalização que os coloca de fora para o jogo com a turma bracarense.

Fonte: A Bola

Figueirenses anunciam quatro reforços

DJIBRIL, RÓMULO, TELINHO E EUSÉBIO ASSINARAM


Os futebolistas, Djibril, Rómulo, Telinho e Eusébio assinaram vínculos contratuais com a Naval, da II Liga de futebol, disse esta terça-feira à Agência Lusa o diretor-geral do clube, Armando Guindeira.

O clube figueirense, que não divulgou o tempo de duração dos contratos, vai proceder ao registo e inscrição dos mesmos nas próximas horas, a fim de poder utilizar os quatro jogadores na jornada de domingo frente ao Sp. Braga B.

O médio Zidnaba Djibril, 20 anos, alinhava no Etoile Filante de Ouagadougou e é internacional sub-17 e sub-18 pela seleção do Burkina Faso, liderada tecnicamente pelo português Rui Vieira.

Rómulo Santos, também de 20 anos, tem dupla nacionalidade brasileira e angolana e fez a sua formação no Benfica, transferindo-se em 2010/2011 para os espanhóis do Saragoça B. Na temporada passada, esteve nos ingleses do Leeds United.

Stélio Ernesto, conhecido por Telinho e de 24 anos, é um médio que na temporada passada representou a Liga Muçulmana do Maputo, clube onde atingiu a internacionalização, depois de, em 2010, ter representado o Ferroviário de Pemba.

O defesa Eusébio Piru Manuwere, 27 anos, nasceu no Zimbabué, mas obteve nacionalidade moçambicana. Nas últimas quatro temporadas representou o Maxaquene.

Fonte: Record

Futebol de Formação: resultados do fim-de-semana


Eis os resultados do futebol de formação do fim de semana:

BENJAMINS A
Naval 1 Souselas 0

BENJAMINS B
U D Gândara 0  Naval "B" 16

INFANTIS A
Tocha 1 Naval 0

INFANTIS B
GD Gova Gala 1 Naval 2

INICIADOS A
NAVAL A 2 Brasfemes 3

INICIADOS B
Sepins 0 NAVAL B 18

JUVENIS
VIGOR  1 NAVAL A  1

JUNIORES
SL Marrazes  0 NAVAL 0

Remo: 4ª Regata do Torneio de Escolas da ARBL e Provas Complementares


5 PRIMEIROS LUGARES PARA A NAVAL 


Realizou-se na Fontela, a 4ª Regata do Torneio de Escolas da ARBL e Provas Complementares.

A Naval participou nesta prova com 28 remadores tendo alcançado por 5 vezes (2 nas escolas e 3 nas complementares) o lugar mais alto do pódio, os resultados dos remadores da Naval foram os seguintes:

Prova de Escolas:

Escalão 1 Masc. – Filipe Cachulo 14º; João Freire em 18º lugar; João Conceição em 19º; Renato Romão 21º; e Duarte Oliveira 29º lugar;
Escalão 2 Fem. - Catarina Norinho em 3º lugar;
Escalão 2 Masc. - Luis Castro, 4º; e Hugo Pascoal 6º;lugar;
Escalão 3 Fem. - Mikaela Stoyneva 2º Lugar
Escalão 3 Masc. – Miguel Duarte 1º; Fábio Coimbra 2º; Filipe Miravall 5º; e David Cachulo 7º lugar;
Escalão 4 Masc. - João Miravall 1º lugar

Provas Complementares:

Infantis Masculinos: Raul Rodrigues 1º lugar;
Iniciados Femininos: Catarina Bandeirinha 5º lugar;
Iniciados Masculinos: Rodrigo Azevedo 5º; Leonardo Gil 6º; e David Jordão 7º lugar;
Juvenis Femininos: Bruna Verdete 10º lugar;
Juvenis Masculinos: Diogo Pardal 7º e Daniel Stainer 18º lugar;
Juniores Masculinos: Luis Lopes 1º e Francisco Pinho 3º lugar;
Juniores Femininos: Catarina Monteiro 1º lugar.


Santa Clara-Naval, 2-0

Açorianos voltam a vencer a Naval com grandes penalidades


Mesmo em superioridade numérica, o Santa Clara continuou com alguma dificuldade em gerir a bola e deixou sempre muito espaço para a Naval, que esteve melhor até ao intervalo. Nos primeiros minutos da segunda parte, Minhoca, numa excelente jogada individual, quase ampliou a vantagem, mas a bola embateu num defesa contrário e não entrou.

O jogo decorria com apatia e só voltou a animar aos 83 minutos, por culpa de uma jogada polémica na área do Santa Clara, com a Naval a reclamar grande penalidade, por alegada falta sobre André Fontes, o que até provocou discussão entre os treinadores.

Já decorria o primeiro minuto do tempo de compensação quando o árbitro assinalou uma a segunda grande penalidade a favorecer a equipa da casa, por mão de Carlitos: Reguila não deu qualquer hipótese ao guarda-redes forasteiro.

Jogo no Estádio de São Miguel, em Ponta Delgada.

Santa Clara - Naval 1.º de Maio, 2-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores: 1-0, Luiz Carlos, 31 minutos (grande penalidade). 2-0, Reguila, 90+2 (grande penalidade).

Santa Clara: Hélder Godinho, André Simões, Accioly, Luiz Carlos, Serginho, Godinho, Tony, Minhoca, Pedro Cervantes (Reguila, 70), Porcellis (Paulo Monteiro, 90+3) e Alex (Marco Lança, 72). (Suplentes: Brice Niclos, Paulo Monteiro, Marco Lança, Reguila, Hugo Rego e Diogo Moniz).

Treinador: Luís Miguel.

Naval 1.º de Maio: Guilherme, Tiago Mesquita (Ricardo Neves,30), Raul Martins, Carlitos, Diogo Vila (Leo Bonfim, 87), João Martins, Diogo Silva, Tikito, André Carvalhas, André Fontes e Regula. (Suplentes: Ricardo Neves, Filipe Melo, João Diogo, Leo Bonfim e Vítor Nogueira).

Treinador: Álvaro Magalhães.

Árbitro: Rui Silva (Vila Real).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Diogo Vila (13), Raúl Martins (24), André Simões (39), Tony (74), André Fontes (83) e Carlitos (90+2). Cartão vermelho direto para Guilherme (30).

Assistência: Cerca de 800 espectadores.

Fonte: Record

Futebol Profissional: Santa Clara - Naval

Santa Clara - Naval

Amanhã, domingo, 13 de Janeiro
15H, Açores (16h no Continente)

Ouça o relato do jogo em RDP Açores.

«Espero que a Naval tenha rentabilizado o João Pedro»


Treinador lamenta a saída do extremo. «Foram os melhores meses da carreira dele»


Álvaro Magalhães, treinador da Naval 1º de Maio, fala sobre a transferência de João Pedro para o Sp. Braga

«O tempo em que esteve na Naval foram os melhores meses da carreira dele. Sinto-me triste por ele ter saído. É uma pena o João Pedro sair desta equipa e espero conseguir encontrar um jogador com as características dele».

«Espero que o clube tenha rentabilizado a qualidade do jogador. Ele tinha convites para sair em Maio, se calhar em melhores condições para o clube. Entendeu sair agora. Quem o aconselhou é responsável. Bem ou mal».

O extremo de 26 anos volta ao clube onde se formou. Chegou a acordo com o Sp. Braga para os próximos quatro anos e meio.

Fonte: Mais Futebol

Álvaro Magalhães: «Não fomos nada inferiores ao Vitória»


Álvaro Magalhães, treinador da Naval 1º de Maio, após a derrota em Guimarães para a Taça da Liga


«Não fomos nada inferiores ao Vitória de Guimarães. Mesmo com 10 jogadores fomos uma equipa personalizada e com confiança. Sofremos dois golos algo consentidos, mas também temos que dar os parabéns aos Vitória».

«Temos um plantel muito curto, ainda por cima agora com a saída do João Pedro para Braga, complica-se um pouco. Tive que colocar em campo jogadores que não eram para entrar. Mas, mesmo jogando à quarta-feira e ao domingo, somos uma equipa que está a jogar bem, com confiança».

Fonte: Mais Futebol

Taça da Liga: Naval perde por 2-0 em Guimarães


Não era só em Guimarães que se discutia o destino do Vitória na Taça da Liga. Se o resultado frente à Naval era fulcral para seguir em frente na competição, não o era menos o encontro de Braga entre o Sp. Braga e o Beira Mar. O Vitória acabou por fazer o que lhe competia, vencer o seu jogo, mas o deslize do bracarenses, que lhe fazia falta para chegar às meias-finais, não aconteceu.

Já sem esperanças de apuramento, a Naval até entrou melhor no jogo e, ainda a bola mal rolava, Leo Bonfim, de cabeça, criou muito perigo para a baliza vitoriana, mas a bola a saiu ao lado. E aos 11 minutos, a equipa da Figueira da Foz quase chegava ao golo. Remate perigosíssimo de Carlitos, que bateu no poste da baliza de Douglas.

O Vitória, com uma equipa cheia de jovens jogadores, alguns que militavam na equipa B, acordou entretanto e cresceu no jogo, começando realmente a trabalhar para vencer. Os primeiros sinais surgiram por intermédio de Barrientos e Addy, que conseguiram colocar a bola junto da baliza de Ricardo Neves e aos 36 minutos, o Vitória viu o poste negar-lhe o golo. Canto do lado esquerdo, bola batida ao segundo poste e Paulo Oliveira a rematar de primeira e a bater no poste.

O golo chegaria pouco depois, aos 40 minutos. Um excelente cruzamento de João Ribeiro do lado esquerdo, e Ricardo, de pé direito, a não perdoar e abrir o marcador em Guimarães. Enquanto as poucas (muito poucas) dezenas de adeptos do Vitória presentes no estádio festejavam o golo, recebiam de Braga a indicação de que os arsenalistas venciam por 2-0, resultado que acabava com o sonho vitoriano.

Ainda assim, na segunda parte, o Vitória não baixou os braços e a expulsão de Vítor Alves, que aos 47 minutos deixou a Naval a jogar com 10, facilitou o trabalho dos homens de Guimarães. Aos 49 minutos, Barrientos, um dos melhores jogadores do Vitória esta noite, quase fazia o segundo. Rematou na área, mas a bola foi bater no poste, acabando por não entrar.

Aos 82 minutos, Tinoco, de livre, obrigou Douglas a uma grande defesa, mas seria o Vitória ainda a chegar ao golo. Aos 89 minutos, Crivellaro, num excelente trabalho individual, fintou três defesas da Naval e rematou cruzado, fazendo o 2-0.

Uma vitória com sabor amargo para os vitorianos que vêm ir por água abaixo o sonho de chegar às meias-finais da Taça da Liga.

Onze inicial da Naval: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, Diogo Vila, Tikito, Raul, Filipe Melo, Vitor Alves, Paulo Regula, Luis Tinoco, Carlitos, Léo Bonfim

Suplentes: André Fontes, João Martins, Vitor Nogueira, André Carvalhas, Diogo silva, João Diogo, Guilherme

Substituições: Regula por Carvalhas, Carlitos por André Fontes

Fonte: Mais Futebol

João Pedro sai para representar o Braga


João Pedro vai ser mesmo reforço do Sp. Braga. O extremo deixa a Naval e regressa ao clube onde se formou num contrato válido por quatro anos e meio, até 2017.

Carlos Rui Neto, empresário do jogador, confirmou o negócio ao Maisfutebol. «Não escondo, o acordo está feito. Só falta assinar contrato, o que acontecerá a qualquer momento», disse.

João Pedro, de 26 anos, cumpria a terceira época na Naval e até estava convocado para a visita desta quarta-feira a Guimarães, para a última jornada da fase de grupos da Taça da Liga. Saiu entretanto da convocatória.

Fonte: Mais Futebol

Futebol de Formação: Resultados do fim-de-semana

Futebol de Formação: Resultados do fim-de-semana

INICIADOS
NAVAL A 8 - Lousanense B 0

INICIADOS
Académica B 0 - NAVAL B 14

JUVENIS
Vinha da Rainha 1 - NAVAL B 3

JUNIORES
NAVAL 2 - São Romão 2

Álvaro Magalhães em entrevista


O Navalista: Como surgiu a sua paixão pelo futebol?

Álvaro Magalhães: Desde pequenino. Eu jogava futebol em Lamego com os amigos e o meu compadre, que era um amigo na altura, incentivou-me a jogar futebol. Depois, num torneio de futebol de salão, o Cracks de Lamego viu-me a jogar e convidaram-me para ir para lá.

O Navalista: O que relembra de melhor da sua carreia como jogador?

Álvaro Magalhães: Momentos importantes: o primeiro titulo nacional pelo Cracks de Lamego, numa terra humilde, uma cidade de trabalhadores natos e que conseguiu ganhar aos tubarões da capital. Portanto, o futebol não é só na capital, nas grandes cidades. No interior há sempre grandes jogadores, há grandes homens, que formam atletas. Depois foi uma carreira boa, começando na Académica e acabando no Benfica.

O Navalista: E os momentos mais difíceis?

Álvaro Magalhães: Tive momentos difíceis também. Quando saí de Lamego, com 16 anos e habituado a estar com os pais. Claro que houve uma certa dificuldade, mas com a vontade das pessoas de Coimbra, que tentaram ajudar-me e adaptar-me a uma realidade diferente da vida.

O Navalista: Como se define como treinador?

Álvaro Magalhães: Posso dizer, com muita humildade, que sou um dos melhores treinadores em Portugal. Fui sempre um trabalhador nato, como jogador e como treinador. Sempre consegui aquilo tudo que queria à custa do meu trabalho. Muitas das vezes, cometi alguns erros, talvez pela irreverência, pela frontalidade. Normalmente, os nortenhos são frontais, são honestos e dizem na cara aquilo que pensam quando há injustiças e penso que, quem é sério e diz as coisas na cara, neste mundo não tem espaço e portanto faltou-me isso. Se eu tivesse ... como agora é habitual nas assessorias, se calhar estaria num dos melhores clubes em Portugal.

O Navalista: É gratificante para um treinador ser reconhecido por ser avaliador de jogadores e os ter lançado para outros patamares mais altos?

Álvaro Magalhães: Fico feliz e é isso que digo aqui a estes jogadores na Naval. Estou aqui mais uma vez. Eu penso que há aqui jogadores na Naval, que estavam perdidos para o futebol e que ninguém dava nada por eles e estão a renascer. Outros mais, que passaram pelas minhas mãos, no tempo do Gil Vicente. Estou-me a lembrar do Petit, Fangueiro, Guga, Ricardo Nascimento, Pedro Santos...jogadores que andavam todos na 2ª Divisão B, alguns desempregados e eu fui buscá-los e fiz deles grandes homens, grandes jogadores, numa altura do inicio da minha carreira, que era mais difícil...agora, a experiência ajuda-nos também a ter outra maneira de estar no futebol e penso que é uma felicidade para mim saber que há jogadores que eram "pequenos" e depois cresceram e que agora têm uma vida muito estabilizada.


O Navalista: Quais são as principais características que deseja ver numa equipa treinada por si?

Álvaro Magalhães: Uma equipa muito competitiva, que trabalha durante os 90 minutos, muito organizada, muito disciplinada tacticamente e que os jogadores sejam humildes dentro de campo. Uma equipa que trabalha para defender as cores e a sua instituição, que isso é importante, defender a instituição de alma e coração.

O Navalista: O futebol não é apenas técnica. Quais são, para si, as outras questões que levam um treinador e uma equipa ao sucesso?

Álvaro Magalhães: É isso mesmo. O futebol não é só técnica, porque uma equipa constituída por 11 Messis ou 11 Maradonas ou Platinis não ganha um jogo. Há que ter jogadores com todas as características: físicas  técnicas, tácticas e psicológicas. Um atleta, muitas das vezes, tem de ser forte psicologicamente para conseguir os seus objectivos. Portanto, a técnica para mim é a simplicidade como se joga à bola. Não é aquele jogador que pega na bola e dá cinquenta toques. Não! É aquele que sabe jogar de maneira simples e por isso é que eu digo que, a técnica é a simplicidade com que se joga à bola. Há que ter jogadores com boa técnica, mas o colectivo é que funciona.

O Navalista: Tendo a experiência, tanto de 1ª como 2ª Liga, quais são as principais diferenças que encontra entre ambas?

Álvaro Magalhães: Na organização, nos estádios, a 1a Liga leva mais gente ao futebol.

O Navalista: E em termos de jogo?

Álvaro Magalhães: Não há grandes diferenças. Na 1ª Liga, há melhores jogadores, mas os meus jogadores saiem das 2ª e 3ª Divisões. Se houverem jogadores que tiverem a oportunidade, também chegam à 1ª Liga. Agora, em termos de trabalho, de organização e condições de trabalho, a 1ª Liga é muito superior. Veja que, aqui na Naval, nem um roupeiro tenho, portanto, a partir daí, vê-se a diferença que há. Ainda ontem fomos ao jogo ao Porto e haviam 6 treinadores, 2 técnicos de equipamentos, tudo a funcionar em pleno. Só assim é que se consegue ter sucesso.

O Navalista: Em relação ao actual momento da Naval, acha que os objectivos que estipulou a curto prazo já foram alcançados?

Álvaro Magalhães: Estamos num bom caminho. Queremos sempre mais, esperamos mais, queremos crescer ainda mais, queremos ser mais realizados e queremos sempre mais um pouco. Todos os dias tentamos melhorar os nossos aspectos, individualmente e colectivamente  para que, domingo a domingo, possamos estar melhores e claro que, em todos os domingos possamos ter bons resultados.


O Navalista: E o que falta à Naval para conseguir alcançar uma posição mais coincidente com o valor da equipa?

Álvaro Magalhães: Precisa de mais organização. Precisa de pessoas que gostem da Naval, que estejam aqui de corpo e alma e de muito trabalho. Uma equipa profissional tem de ter aqui gente muito competente para conseguirmos estabilizar ainda mais o clube e eu digo isto porque a Naval está numa cidade fantástica, numa cidade que me diz muito. É um clube que tem gente para realizar e para estabilizar a equipa numa 1ª Liga.

O Navalista: Estamos a chegar a Janeiro, altura da reabertura do mercado. Está a pensar em reforçar a equipa? Se sim, em que posições/zonas?

Álvaro Magalhães: Tem de haver uma boa gestão financeira, porque há jogadores para determinadas posições que nem sequer temos no banco, alguns jogadores mais no aspecto ofensivo. Mas vamos tentar buscar jogadores necessários e dentro de um orçamento rigoroso, pelo menos, para que a equipa esteja mais equilibrada ou pelo menos, para refrescar o necessário, porque esta equipa, este onze que tem jogado, é um onze que está a trabalhar muitíssimo bem e precisamos de jogadores com outras características no banco, para poder dar mais ritmo. É necessário que ninguém saia no mês de Janeiro, nenhum jogador, para garantirmos até Maio, uma boa classificação.

O Navalista: Uma palavra a dar aos adeptos?

Álvaro Magalhães: Que acreditem na Naval. Eu penso que se deve dar condições às camadas da formação porque os pais, sendo assim, puxam os miúdos para jogar na Naval, que puxam os amigos para virem ver os jogos. Penso que havia de haver um melhor Marketing, de forma a que a juventude apareça mais vezes. Eu fico feliz que, nos jogos em casa, já se veja ali uma claque a puxar pela equipa. Têm sido fantásticos e isso revela que, se nos unirmos, se houver aqui uma boa organização, estou convicto que a juventude vai aparecer mais vezes no nosso estádio, puxando também os mais velhos. Deve-se tentar reunir condições...chamando as pessoas...irem às escolas, chamar os adeptos, para que possam vir apoiar a equipa, para que a Naval se mantenha por muitos e muitos anos nos campeonatos mais competitivos.

O Navalista: O que é a Figueira da Foz para si?

Álvaro Magalhães: A Figueira da Foz é quase uma segunda cidade...ou terceira cidade. Portanto, a primeira, Lamego, foi onde eu nasci, a segunda é Lisboa, onde eu vivo com a minha família e claro a terceira, a Figueira da Foz que me diz muito, porque era aqui que eu passava as minhas férias, na Figueira e na Tocha. Nunca fui para outros sítios  nunca deixei de vir para a Figueira, no tempo de Coimbra. Tenho residência aqui e a Figueira diz-me muito porque gosto e é uma cidade que...não sei se daqui a uns anos, eu com a minha mulher...porque os filhos depois começam a ter outros objectivos, eu venha viver aqui. Portanto, basicamente é a cidade onde passo as minhas férias, onde estou com os amigos e é aqui que eu me sinto bem.


Perguntas dos adeptos:

O Navalista: Que pensa da formação e do seu papel no clube que orienta?

Álvaro Magalhães: Acho que tem de haver um estudo alargado de formar a podermos dar hipóteses e possibilidades à formação. A formação necessita de apoio e começa pela própria Câmara, que terá de dar condições ao clube, para que também os miúdos não possam andar a treinar num campo pelado. Já não se usa isso! Quando saio do treino, no final da tarde, vejo tantos miúdos a treinar no campo pelado, que é uma pena, porque há muita gente que vive aqui na Figueira, os pais têm gosto e até pagam para que os miúdos venham treinar aqui na Naval. Terá que haver melhores condições de campos, balneários, com bons técnicos também para formar bons jogadores, para ajudarem esses mesmos jogadores a terem continuidade nos seniores. Por isso, há que fazer um bom levantamento para que a Naval seja forte na formação.

O Navalista: A missão dum treinador consiste somente na obtenção de resultados no intuito de garantir o lugar ou também não devia valorizar jogadores para rentabilizar o clube, sabendo-se a dificuldade actual da Naval?

Álvaro Magalhães: É evidente que os resultados é que contam. Temos de ter bons resultados para que haja confiança de todas as pessoas, mas é evidente que o objectivo também é rentabilizar, no aspecto financeiro, os próprios atletas. Penso que, os atletas vêm para aqui jovens e temos que os rentabilizar, para dar apoio para que o futebol sénior também se organize em termos financeiros. Portanto, se os jogadores são vistos de outra forma aqui, também irão dar outras garantias ao clube. Nós tentamos rentabilizar o atleta que é uma aposta do clube.

O Navalista: Gostaria de perguntar ao Mister se estaria disposto no final da época a realizar um jogo de solidariedade entre o plantel da Naval e uma equipa composta apenas por voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa?

Álvaro Magalhães: Sem dúvida! De acordo e estou à disposição para realizarmos esse jogo.

O Navalista agradece a disponibilidade do mister Álvaro Magalhães ao conceder-nos esta entrevista.

FC Porto B 1 - Naval 1

Foto: Amândia Queirós
Figueirenses não perdem há 12 jogos


A Naval 1º Maio conquistou este domingo um empate 1-1 no terreno do FC Porto B, em partida da 21.ª jornada da II Liga, continuando sem perder desde a 9.ª jornada, quando foi batido pelo Leixões (4-3).

Num jogo entre duas equipas separadas por dois pontos (26 para o FC Porto B e 28 e para a Naval), os portistas dominaram até ao intervalo, tendo marcado o seu golo nesse período, e a Naval esteve melhor no segundo tempo, acabando por empatar.

Os visitantes entraram melhor e tiveram inclusive a primeira grande ocasião de golo. Aconteceu logo aos 9 minutos, quando André Carvalhas aproveitou uma defesa incompleta de Fabiano e rematou, mas o guarda-redes "azul e branco" ainda foi a tempo de evitar o golo navalista.

Depois disso, porém, a fisionomia do encontro alterou-se e o FC Porto B não deu mais hipóteses e, mais do que isso, criou muitos problemas junto à baliza adversária, em especial através de lances de futebol aéreo.

Livres, cantos e cruzamentos foram quase sempre uma dor de cabeça para a Naval. Num desses lances, os portistas acabaram mesmo por marcar, por Dellatorre (34).

A segunda parte foi diferente, pois a Naval subiu muito de rendimento, meteu velocidade no seu futebol e aproximou-se com regularidade da baliza do adversário.

Num contra-ataque rápido, a bola chegou a João Pedro, e este serviu Carvalhas, que rematou e fez o empate, apesar de Fabiano ainda ter tocado na bola. Com um ritmo forte, que alguns jogadores portistas tiveram dificuldade de acompanhar, a equipa da Figueira da Foz esteve muito perto do segundo golo, em mais um contra-ataque rápido.

Carvalhas assistiu João Martins e o médio rematou à barra. O FC Porto, já sem a frescura física e lucidez exibidas na primeira parte, ainda esboçou uma reação. Aos 88 minutos, Quinõ cruzou, Dellatorre desviou e Guilherme defendeu, segurando assim o empate, que faz jus ao que se passou durante os 90 minutos.

Se a Naval não perde há 12 jogos no campeonato, o FC Porto B somou hoje o seu quarto encontro sem ganhar nesta prova.

Jogo no Estádio Municipal Jorge Sampaio, em Vila Nova de Gaia

FC Porto B: Stefanovic, David, Abdoulaye, Tiago Ferreira, Quinõ, Pedro Moreira, Sérgio Oliveira (Edú, 81), Michael (Vion, 80), Fábio Martins (Mikel, 66), Sebá e Dellatorre. (Suplentes: Elói, Zé António, Mikel, Edú, Diogo Mateus, Vion, Frédéric).

Treinador: Rui Gomes.

Naval 1º Maio: Guilherme, Carlitos (Tiago Mesquita, 90+2), Digo Silva, Tikito, Tinoco (Raul Martins, 67), Filipe Melo, Vítor Alves, João Martins, André Fontes, Carvalhas e João Pedro. (Suplentes: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, Raúl, Diogo Vila, João Diogo, Léo Bonfim e Vítor Nogueira).

Treinador: Álvaro Magalhães.

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Michael (34), Tinoco (26), André Carvalhas (28) e Filipe Melo (48).

Assistência: 649 espetadores.