
Quando o jogador pediu a rescisão ninguém acreditou que o jogador nesta altura do campeonato regressasse ao Brasil, nem mesmo os responsáveis da Naval, porém, como anunciou Nuno Cardoso, director desportivo do clube o passado de bom profissional do atleta foi condição essencial para que o clube o liberasse.
Saulo foi na verdade um grande profissional, pena é, que em dois ou três dias com esta sua falta de verdade e sinceridade, tenha apagado toda a boa imagem conquistada ao longo dos quatro anos que permaneceu na Figueira da Foz.
Fonte: Marcha do Vapor
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