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«Paragem pode ser benéfica» – Inácio


Augusto Inácio não teme que a paragem de duas semanas na Liga possa quebrar os bons resultados da Naval, considerando até que a mesma «pode ser benéfica» para a sua equipa.

O técnico justifica a sua opinião com o facto de a paragem permitir intensificar «o processo de assimilação dos métodos de trabalho», bem como «melhorar o conhecimento entre a equipa técnicas e os jogadores».

Entretanto, a equipa viaja esta tarde para Ofir, onde vai cumprir estágio de cinco dias. O programa contempla seis treinos e dois jogos de preparação, com adversários ainda a anunciar.

Esta manhã, o apronto realizado na Figueira da Foz assinalou a reintegração de Bolívia, ainda que com alguns condicionalismos. Os jogadores utilizados na vitória sobre o Rio Ave fizeram trabalho de recuperação.

Fonte: ABola

Kerrouche já pensa no título de melhor marcador


Quatro jogos, quatro golos. Eis o pecúlio do avançado da Naval Mehdi Kerrouche, que não esconde o excelente momento de forma que atravessa, traduzido, para já, no melhor arranque de época da carreira do franco-argelino. O início fulgurante colocou-o no topo da lista de melhores marcadores da Liga, mais precisamente no terceiro lugar.

A questão torna-se, por isso, inevitável: temos candidato ao título de melhor marcador? O jovem avançado admite que não vai querer deixar fugir o ceptro se conseguir manter a veia goleadora.

«Quero agarrar tudo o que estiver ao meu alcance.

É a primeira vez que isto me acontece [dois bis consecutivos] e estou, obviamente, muito contente.

Estou a fazer um início de temporada bastante bom», confessa o camisola 39 navalista que, sempre muito humilde, passa rapidamente do plano individual para o colectivo: «Não gosto de me fixar sobre as minhas estatísticas, prefiro destacar aquilo que é verdadeiramente importante, ou seja as nossas vitórias.»

O sucessor de Marcelinho mostra-se pouco preocupado com o impacto que os seus golos estão a ter - graças a eles deu seis pontos consecutivos à Naval, retirando a equipa da zona de despromoção -, embora já se tenha apercebido das esperanças que os responsáveis do clube nele depositam: «Fico, obviamente, contente com aquilo que leio nos jornais mas não lhe atribuo muita importância. O meu objectivo é estar bem nos treinos, trabalhar nos limites, para poder ajudar a Naval a ganhar.»

Perfeitamente adaptado à realidade portuguesa, como o comprova o rendimento que tem vindo a patentear, Kerrouche destaca a qualidade do campeonato português, convicto de ter feito uma boa aposta: «É uma Liga muito bom, um futebol muito técnico e não é por acaso que clubes como Benfica, F.C. Porto ou Sporting estão sempre nas competições europeias. Estou a adorar.»

Fonte: tvi24

Naval vai estagiar uma semana em Ofir

A novidade foi dada por Augusto Inácio no final da vitória, a segunda consecutiva, da Naval, neste sábado, por 3-2, sobre o Rio Ave: a equipa vai aproveitar a pausa na Liga, devido aos compromissos da Selecção, para fazer um mini-estágio em Ofir.

«Penso que este interregno é favorável. Apesar de virmos de duas vitórias consecutivos, e alguns treinadores consideraram que pode quebrar essa dinâmica, penso que ainda temos muita coisa a melhorar.

É por isso que vamos para Ofir estagiar desta segunda até sábado, para dar mais resistência aos jogadores e também trabalhar aspectos da organização defensiva e ofensiva.»

Fonte: tvi24

Naval 3 - Rio Ave 2 ( 7ª jornada)



Ficha do Jogo:

Jogo no Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz.

Naval 1.º de Maio - Rio Ave, 3-2.

Ao intervalo: 1-1.

Marcadores:

0-1, Wires, 36 minutos (grande penalidade).

1-1, Diego, 39 (grande penalidade).

2-1, Kerrouche, 55.

2-2, Sidney, 63.

3-2, Kerrouche, 84.

Equipas:

- Naval 1.º de Maio: Peiser, Zé Mário (Carlitos, 46), Gómis, Diego, Daniel Cruz, Lazaroni, Godemèche (Michel Simplício, 72), Alex Hauw (Baradji, 66), Camora, Kerrouche e Marinho.

(Suplentes: Jorge Batista, Carlitos, Michel Simplício, Davide, Ouattará, Baradji e Tandia).

- Rio Ave: Carlos, José Gomes, Gaspar, Fábio Faria, Sílvio, André Vilas Boas, Wires (Adriano, 59), Ricardo Chaves (Vítor Gomes, 59), Bruno Gama, Sidney e João Tomás (Bruno Fogaça, 69).

(Suplentes: Trigueira, Evandro, Vítor Gomes, Bruno Fogaça, Chidi, Adriano e Bruno Mendes).

Árbitro: Luís Reforço (Setúbal).

Acção disciplinar: Cartão amarelo para Zé Mário (36), Wires (37), Vítor Gomes (60), Sílvio (72), Carlitos (77), André Vilas Boas (84), Adriano (90+1) e Lazaroni (90+4).

Assistência: 1.137 Espectadores.

Filme do jogo

Segue de vento em poupa a Naval de Augusto Inácio. Ao fim de terceiro jogo, a segunda vitória consecutiva, graças a mais um bis de Kerrouche, que se assume como o grandes responsável pela recuperação dos figueirenses. No reverso da medalha, fica a primeira derrota do Rio Ave na Liga, que, só neste encontro, sofreu mais golos do que nos seis anteriores.

Quando se juntam num mesmo jogo o segundo pior ataque e a melhor defesa da Liga, o resultado parece pender para um empate. E era até um nulo que se verificava que até que Luís Reforço entendeu que, se calhar, faltavam golos à partida para despertar um pouco aquilo que estava a ser, efectivamente, uma primeira parte sonolenta. Se já Zeca Afonso cantava «O que faz falta¿», o árbitro de Setúbal completou a frase e decidiu «animar a malta».

A primeira grande penalidade, a favor dos visitantes, numa altura em que pouco haviam feito para justificar a vantagem já levantou dúvidas, mas a que foi assinalada, logo a seguir, para a Naval foi ainda mais nebulosa, ficando a sensação que Daniel Cruz falhou o remate de bicicleta sem que para isso tenha sido empurrado.

De qualquer forma, o 1-1 trouxe alguma justiça ao resultado, pese o maior ascendente da equipa da casa, com destaque para as acções de Kerrouche. A defesa vila-condense mostrou por que razão tem tão poucos golos sofridos e os figueirenses, ainda à procura das melhores rotinas no ataque, não estavam mesmo a conseguir encontrar o caminho das redes.

Kerrouche abre o livro e Peiser compromete

A segunda parte foi um pouco melhor e, desta vez, os golos nasceram por mérito exclusivo dos jogadores. O de Kerrouche é um exemplo daquilo que este franco-argelino pode fazer esta época, mostrando, definitivamente, tratar-se dum daqueles raros goleadores que todas as equipas procuram. Com um instinto assinalável, colocou a Naval na frente do marcador pela primeira vez no jogo e, na jogada seguinte, num lance quase idêntico, atirou ao poste.

Estava definitivamente lançada a equipa da casa para a segunda vitória consecutiva não fosse um erro de Peiser, ele que habitualmente costuma ser um relógio. O francês já tinha assustado numa saída extemporânea mas desta feita o erro de cálculo do guardião navalista teve consequências mais graves: Sidnei aproveitou a benesse e restabeleceu o empate.

Mas a Naval tinha um franco-atirador em mais uma tarde de inspiração. Tal como aconteceu com o Marítimo, Kerrouche voltou a bisar e a dar a vitória aos figueirenses. O golo, diga-se, parece precedido de fora-de-jogo, o que, a confirmar-se, não deixa dúvidas para a tarde infeliz de Luís Reforço.

Destaques da Naval
Kerrouche

Grande mobilidade e sentido de baliza a deste franco-argelino candidato a fazer esquecer os golos de Marcelinho. Joga simples e sempre com grande sentido prático, movimenta-se com rapidez e sabe posicionar-se de modo a conseguir fugir à marcação de defesas enormes em comparação com sua estatura. A prova disto tudo ficou no primeiro golo que marcou - o terceiro em quatro jogos - , com um golpe de cabeça perfeito, num lance em que apareceu sozinho, a finalizar. Logo de seguida, numa jogada muito parecida, atirou ao poste e quase sentenciou a partida. Foi só esperar um pouco e aconteceu mesmo. Bisou outra vez! E já lá vão quatro golos nos últimos dois encontros. Os números desta partida, em particular, não enganam: seis remates, apenas um fora, dois golos e um tiro ao poste. Mais um levezinho que promete .

Peiser

Não raras vezes um dos melhores elementos nos jogos da Naval, o guardião francês teve uma daquelas tarde para esquecer. Deixou os colegas à beira de um ataque de nervos com uma saída em falso, que quase lhe custou um golo de chapéu mas o erro voltaria a repetir-se, já na segunda parte, permitindo a Sidnei empatar a partida. Felizmente, havia Kerrouche.

Marinho

Completa na perfeição o colega Kerrouche e dos seus pés também saíram alguns dos principais lances de ataque da equipa da casa. Andava pelo banco com Ulisses, em boa hora o recuperou Augusto Inácio, que o coloca agora mais no centro do ataque onde vai mostrando que também sabe dar cartas.

Reacções

Inácio: “A Naval ganhou não pela minha mão, mas pela mão de todos”

O treinador da Naval, Augusto Inácio, adiantou no final da partida frente ao Rio Ave que a vitória se deveu à grande entreajuda entre os jogadores, que fizeram uma excelente partida.

“A Naval ganhou não pela minha mão, mas pela mão de todos. Foi um grande espectáculo de futebol. O Rio Ave é uma grande equipa e muito bem orientada. Ficou provado que a entrega e entreajuda também marcam pontos”, referiu.

Kerrouche: «Maior confiança»

Na Figueira da Foz, Kerrouche já é sinónimo de golos. O avançado franco-argelino, último reforço da equipa navalista, bisou frente ao Rio Ave, repetindo a dose ministrada nos Barreiros na última jornada. E, no final, o jogador não escondia a sua satisfação pelo sucesso: "Este triunfo vem na sequência da vitória na Madeira e traz maior confiança à equipa. Foram três pontos preciosos frente a uma bela equipa."

Kerrouche, que contribuiu para as duas vitórias consecutivas da Naval no campeonato, recusa, no entanto, qualquer sentimento de euforia, mas lá vai dizendo que, não sendo candidato a melhor marcador da Liga, fará o possível "para alcançar outras metas".

O franco-argelino lembrou ainda que não foi a primeira vez que marcou quatro golos em dois jogos seguidos, "mas, neste caso, o mais importante foi a vitória e não o destaque individual".

Naval-Rio Ave (antevisão): recém-vencedores contra invencíveis

O relato deste jogo pode ser acompanhado através da Rádio Clube Foz do Mondego: 99.1FM Figueira da Foz ou através da emissão online através da página que ainda está em construção mas que tem emissão online bastando aceder: http://www.rcfm.web.pt/

Uma vitória pode fazer toda a diferença. Pelo menos na Figueira, a semana de trabalho, mais resguardada desde a chegada de Augusto Inácio, foi bem mais tranquila e animada depois do primeiro triunfo dos navalista ao fim de mais de cinco meses de jejum.

Os pontos, é sabido, permitem saltar na tabela e são uma boa base para abordar o jogo seguinte mas a retoma só poderá ser confirmada se, este sábado, perante um adversário ainda invencível, os figueirenses conseguirem dar continuidade ao bom resultado alcançado nos Barreiros.

O Rio Ave tem sido uma das equipas-sensação da Liga. Sem derrota até ao momento, acaba de perder os primeiros pontos em casa, no empate com a Académica, ocupando um surpreendente quinto lugar. Em seis jogos, nunca esteve em posição de derrotada e até esteve quase a levar os três pontos em Leiria e Paços de Ferreira, mas os adversários acabaram por chegar ao empate. Em suma, trata-se de um conjunto eficaz em termos de finalização mas também extremamente competente a defender: é a melhor defesa da prova, com apenas dois golos sofidos!

O cenário não se afigura, por conseguinte, fácil para os donos da casa que ainda gozam de um equilíbrio precário, com Inácio a herdar uma equipa que não foi idealizada por si e está ainda em processo de adaptação a um novo figurino táctico, mas que já deu frutos, precisamente na última jornada.

Uma baixa para cada lado

A Naval só não pode contar com Bolívia para esta partida, já que o avançado brasileiro não conseguiu recuperar do traumatismo sofrido frente ao Marítimo. A ausência, contudo, não deverá trazer lamentações face à ascensão de Kerrouche, que rendeu precisamente o colega quando este se lesionou na Madeira, e deixou excelente imagem ao marcar os dois golos que deram a vitória à equipa.

O franco-argelino terá, aliás, garantido um lugar no onze inicial embora Michel Simplício esteja de volta após lesão. O outro regresso é o de Carlitos, este depois de ter cumprido um jogo de castigo. Com estas entradas, além da ausência de Bolívia, verifica-se ainda a saída de Omar Bellagra, por opção técnica.

Carlos Brito estará um pouco melhor, já que, havendo apenas um lesionado no plantel, Mora, o facto de não ser um dos titulares atenua o problema. A boa nova é o regresso de Sidnei, após lesão, e, em relação à partida com a Académica, o técnico vila-condense decidiu prescindir de Jeferson e Tiago Terroso.

Equipas prováveis:

NAVAL: Peiser; Carlitos, Gomis, Diego Ângelo e Daniel Cruz; Lazaroni; Davide, Godemèche e Hauw; Kerrouche e Marinho
Outros convocados: Jorge Batista, Zé Mário, Lupède, Camora, Baradji, Ouattara e Tandia.

RIO AVE: Carlos; Zé Gomes, Gaspar, Fábio Faria e Sílvio; Vítor Gomes, Ricardo Chaves e André Vilas-Boas; Bruno Gama, João Tomás e Chidi.
Outros convocados: Pedro Trigueira, Bruno Mendes, Tarantini, Adriano, Wires, Evandro, Bruno Fogaça e Sidnei.

Fonte: tvi24

Inácio: «Jogo será muito táctico e agressivo»


TREINADOR QUER VENCER O RIO AVE

Augusto Inácio perspectivou "uma partida extremamente difícil, na receção ao Rio Ave, sábado, a contar para a sétima jornada da Liga Sagres, um adversário que mantém desde há algum tempo o mesmo treinador, o que indicia ter rotinas já bem delineadas".

"O Rio Ave é uma equipa que faz da coesão a sua principal característica e é muito forte defensivamente. Só sofreu dois golos e um foi de grande penalidade", lembrou o técnico do conjunto vila-condense. De acordo com Inácio, o quarto lugar na tabela também é uma vantagem para o adversário:

"É uma equipa bem orientada e cujo lugar na classificação permite encarar o jogo com um estado de espírito diferente do nosso."

"A vitória conquistada na jornada anterior fez-nos melhorar o aspecto psicológico", disse, porém, o técnico da Naval, acrescentando:

"Creio que os meus jogadores passaram a acreditar mais em si próprios e já os ouço dizer que, com o espírito de grupo existente, alcançaremos bons resultados".

As melhorias não implicam que a equipa esteja já a 100 por cento: "É bom frisar que ainda continuamos a procurar a nossa rotina, nomeadamente onde sentimos ter maior permeabilidade".

"Por natureza sou um homem esperançado e optimista. Espero poder vencer, para que possamos dar continuidade ao que fizemos na Madeira. Só assim a vitória pode ter os efeitos pretendidos", expressou.

Quanto ao que espera da equipa a mensagem do é clara: "Vontade, querer e determinação são factores que têm de estar sempre presentes, depois a serenidade para enfrentar um jogo que decerto vai ser muito táctico e agressivo".

Fonte: Record

Simplício e Carlitos chamados para recepção ao Rio Ave


Michel Simplício e Carlitos estão de volta às convocatórias da Naval 1.º de Maio, tendo em vista a recepção ao Rio Ave, em jogo da sétima jornada da Liga. Os dois jogadores entram para o lugar Bolívia (lesionado) e Bellagra (de fora por opção técnica). Também preteridos por opção de Augusto Inácio ficaram Bruno, Tiago Rannown, Real, Nkake e Kovacevic.

Lista de convocados:

Guarda-Redes: Peiser e Jorge Batista;

Defesas: Lupède, Diego, Daniel Cruz, Carlitos, Gómis e Zé Mário;

Médios: Lazaroni, Alex Hauw, Baradji, Godeméche e Camora;

Avançados: Michel Simplício, Davide, Ouattará, Tandia, Kerrouche e Marinho.

Fonte: ABola

Bolívia deve falhar convocatória


ESTEVE AUSENTE DOS TREINOS TODA A SEMANA

O avançado Bolívia, de 23 anos, que se lesionou ao minuto 26 no jogo nos Barreiros, sofreu, segundo o boletim clínico, traumatismo numa perna e não deverá fazer parte da lista de convocados, já que esteve ausente dos treinos durante toda a semana.

O jogador tinha sido titular em cinco dos jogos realizados, e, pela primeira vez esta época, não faz parte das opções do técnico para a recepção ao Rio Ave.

Os figueirenses, depois do triunfo frente ao Marítimo, procuram a primeira vitória no seu reduto, onde não vencem desde 20 de Abril, quando derrotaram o Leixões, na 25.ª jornada da época transacta, com o tento solitário a ser obtido pelo central Paulão.

Naval reclama 300 mil euros a João Ribeiro


Por Rogério Neves

Um mês após o fim do prazo para inscrever jogadores, a Naval já pode accionar os mecanismos para reclamar o pagamento de 300 mil euros por parte de João Ribeiro, que se transferiu para o Chipre mas acabou por ingressar no plantel da Académica.

João Ribeiro, apesar de ter tido proposta para renovar, optou por se transferir para o Chipre, mas acabou por iniciar a temporada em Coimbra, ao ser emprestado à Briosa.

A Lei apenas permite que o jogador regresse ao país de origem passado um ano, o que possibilita à Naval reclamar o valor do passe do atleta.

Quanto ao treino, o plantel trabalhou esta quinta-feira à porta fechada, com Augusto Inácio a preparar o jogo com o Rio Ave.

Em caso de vitória, seria a segunda consecutiva, o que já não acontece desde a primeira semana de Janeiro de 2009. Amanhã, o plantel volta aos treinos, às 9.30 horas no Estádio, numa sessão que é aberta, seguindo-se conferência de Imprensa de antevisão ao jogo da sétima jornada.

Fonte: A Bola

Carlos Brito espera Naval «agressiva»

Carlos Brito antevê dificuldades para o Rio Ave na deslocação ao terreno da Naval, agendada para sábado, onde espera encontrar uma equipa «agressiva e a disputar cada centímetro do terreno».

«A Naval vem de uma vitória. Conseguiu reagir e teve o mérito de ganhar fora o que perdeu em casa. Isto é sinal de uma boa equipa. Para a Naval foi um alento vencer o Marítimo», comentou o técnico dos vila-condenses, que assim espera «uma equipa agressiva e a disputar cada centímetro do terreno».

Carlos Brito diz que o Rio Ave terá de se «adaptar ao adversário», mas sem «alterar a sua identidade».

Fonte: A Bola