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Rogério Gonçalves já foi apresentado



Rogério Gonçalves vai orientar a Naval pela terceira vez na sua carreira. Depois de ter levado a equipa à Liga principal e de a ter mantido na época seguinte, o técnico manteve-se sempre na órbita de Aprígio Santos, que lhe perdoou a saída para Braga, no início da temporada de 2006/07. O desejo de voltar a treinar, depois de uma experiência mal sucedida em Coimbra, levou-o a aceitar de pronto o convite.

«Não há duas sem três? Neste caso sim [sorrisos]. É mais um regresso a uma casa que conheço bem e da qual gosto bastante, onde há gente que me conhece bem também. É um local onde tive dos meus melhores momentos, tal como no Varzim, mas passei mais tempo aqui, e conseguimos algumas coisas muito bonitas. Espero que corra bem», revelou, na apresentação oficial, esta quarta-feira.

Sem surpresas, o novo técnico navalista aponta a manutenção como objectivo principal e desvenda que foi muito fácil e rápido chegar a acordo para voltar: «Ficou resolvido num minuto, diria mesmo em segundos. Eu e o presidente somos pessoas que nos conhecemos muito bem. Queremos conseguir a permanência, o mais rapidamente possível. Vou avaliar o plantel, que ainda não conheço em profundidade, mas é com estes jogadores que vamos lutar pela nossa meta e estou confiante de que vamos conseguir atingi-la.»

Aprígio Santos: «Levantar a alma dos jogadores»

Por seu turno, Aprígio Santos, admitiu que Rogério Gonçalves foi sempre a sua primeira opção, apenas não o anunciou mais cedo, para «criar expectativa». «Além de bom treinador, ele é como um psicólogo e penso que é disso que a equipa precisa neste momento. É preciso levantar a alma dos jogadores», afirmou.

Sobre a saída de Zvunka, o presidente navalista, fazendo «mea culpa», atribui-a a problemas de comunicação: «Aquilo que ele queria transmitir, não passou. Se calhar, eu devia ter-lhe arranjado mais alguém para o ajudar nisso, mas eu tenho a mania de experimentar coisas novas e, às vezes, isso tem um preço...»

Fonte: Mais Futebol

Rogério Gonçalves é o novo treinador

Sucede a Victor Zvunka

Rogério Gonçalves é o novo treinador da Naval, sucedendo ao francês Victor Zvunka, disse à Lusa o presidente do clube, Aprígio Santos.
Rogério Gonçalves, que será apresentado na quarta-feira, regressa à Naval depois de ter orientado a equipa da Figueira da Foz na época de 2004/05, ficando ligado à promoção à Liga principal.
Na época seguinte, manteve-se na liderança técnica da Naval até à 6.ª jornada, saindo para liderar o Sp. Braga, antes de passar por Beira-Mar (2007/08) e Académica (2009/10).
Rogério Gonçalves iniciou a atividade de treinador no Lanheses (1990/91) tendo ainda estado ao serviço do Limianos, Vianense (com o qual foi campeão nacional da 3.ª Divisão), Varzim e Chaves.
O técnico será acompanhado do adjunto Manuel José, sendo apresentado na quarta-feira, pelas 9 horas, no Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz, devendo dirigir depois o treino navalista. 

Fonte: Record

Mira fala em desconcentração




 Fernando Mira (Naval): 
«Houve três minutos em que a concentração não esteve em campo, e, nesse período, sofremos dois golos. Depois, fizemos tudo para dar a volta, criámos oportunidades, mas não conseguimos.

Não me parece que o resultado seja justo, pelo que fizemos na primeira parte. Entrámos a dominar o jogo, e a criar oportunidades, mas é inadmissível sofrer aqueles golos por falta de concentração. Sobretudo o segundo em que a barreira abriu toda.

Vamos continuar a trabalhar com intensidade e honestidade para darmos a volta a esta situação complicada.Tenho a certeza de que vamos dar a volta, até porque há muita qualidade neste plantel.» 


Gomis (Naval): «Vamos dar a volta por cima»



Gomis, central da Naval que voltou a titularidade este domingo, frente ao Paços de Ferreira, em jogo que os figueirenses perderam por duas bolas a uma: «Entrámos bem, com a intenção de ganhar, e as coisas correram-nos bem porque conseguimos marcar e tivemos oportunidades para mais.

No início do segundo tempo, tudo se alterou. O Paços foi para cima de nós e conseguiu logo um golo, o que lhes deu confiança para virar o marcador. As coisas não estão fáceis, mas acredito que vamos dar a volta por cima. Não vamos desistir.

Tenho a certeza de que vamos melhorar.» 

Naval-P.Ferreira (destaques), 1-2

Fábio Júnior mói mas não chega




Arrisca-se a ficar com problemas de coluna tal a forma como carrega com a equipa às costas em direcção javascript:void(0) à baliza adversária.

É um perigo com a bola nos pés porque é capaz de «furar» por uma nesga de espaço e não hesita na hora de rematar. Este domingo, não foi um finalizador mas criou imenso perigo, enquanto teve pernas.

Dada a condição física atrasada, deve ter acabado o jogo completamente esgotado.

João Pedro
Já é o melhor marcador da Naval, com dois golos. Estava no sítio certo e soube tirar os proventos do centro/remate de Fábio Júnior, com uma pressão sobre Cohen que foi o suficiente para lhe ganhar a bola e atirar a contar. Á semelhança da equipa, esteve incisivo na primeira parte, desaparecendo na segunda¿

Mário Rondón
Que entrada no jogo! Marcou na primeira oportunidade que teve, num cabeceamento perfeito que deu o mote para o melhor período do Paços.

Continuou a acelerar e a dar que fazer à defesa da casa, com um futebol velocista e imprevisível.

Nélson Oliveira
O que disse para Mário Rondón é válido para ele só com a diferença que o jovem ponta-de-lança emprestado pelo Benfica levou toda a uma primeira parte a tentar.

Sem grande inspiração, diga-se, porque essa estava guardada para o início da segunda parte.

Num livre direito, esperou que a barreira se desmoronasse para atirar, rasteiro, com toda a força. Salin não deve ter visto a bola partir.

Fonte: Mais Futebol

Naval-P.Ferreira (crónica), 1-2



O vento não explica tudo

Ainda não foi este domingo que a Naval quebrou a «maldição» de não conseguir ganhar em casa, já lá vão seis meses e meio.

Agora comandados pelo «bombeiro» do costume, Fernando Mira, os figueirenses até começaram bem, colocaram-se em vantagem e pareciam ter o jogo controlado, mas perderam-no nos primeiros minutos da segunda parte, quando o Paços de Ferreira, até então praticamente inofensivo, surgiu transfigurado.

Em comum, nos melhores momentos de cada equipa, esteve o facto de jogarem a favor do vento mas tentar explicar o que se passou nas quatro linhas com recurso a este facto atmosférico seria leviano.

Os donos da casa mostraram a ansiedade típica de quem ocupa os fundilhos da classificação, não conseguiram lidar com a vantagem no marcador e, quando, deram por ela, já estavam a perder. A equipa mostra problemas em todos os sectores, falta-lhe confiança e soluções, sobretudo no ataque, onde Fábio Júnior não pode fazer tudo.

Para o Paços, foi a vitória que lhe fugia desde a primeira jornada, quando derrotou o Sporting, e, com estes três pontos, a equipa respira mais folgadamente, a meio da tabela. Para a história fica ainda o primeiro triunfo dos «castores» na Figueira em jogos a contar para o Campeonato

Naval até começou bem
A Naval mostrou cedo ao que vinha. Com uma predisposição atacante que ainda não se tinha visto esta época, os figueirenses foram encostando o Paços de Ferreira às cordas mas parecia faltar-lhes algo no último terço do terreno.

Havia boas ideias, o jogo fluía até às imediações da baliza de Cássio só que Fábio Júnior não podia fazer tudo sozinho, apesar de, só ele sozinho, ter chegado para meter a defesa pacense em sentido em meia-dúzia de ocasiões.

O golo de João Pedro acaba por ser um pouco o paradigma daquilo que a equipa fizera até então. O mérito da jogada é todo de Fábio Júnior, que passa por Samuel - não arriscou para não ver um segundo amarelo - e arranca um centro/remate já dentro da área que parecia condenado a ser cortado por Cohen mas o paraguaio deixa escapar a bola perante a ameaça de João Pedro e o jovem extremo não se fez rogado! Desta vez, o brasileiro «fugitivo» teve o apoio adequada e tudo deu certo.

Os donos da casa até poderiam ter «matado» o jogo pouco depois, mas Hugo Machado hesitou em plena «carreira de tiro» e ainda houve um golo anulado a Orestes devido a falta atacante de Rogério Conceição. Do lado do Paços a réplica era muito pouca e resumia-se às iniciativas de David Simão e aos remates de Nélson Oliveira.

Um Paços do outro mundo
Os «castores» tiveram um início de segunda parte de sonho. Sem Samuel e David Simão, mas com Maikon em Rondon em campo, este último só precisou de um minuto para restabelecer o empate, de cabeça. Mais três minutos e os forasteiros consumavam a «cambalhota» no marcador num livre em que a barreira navalista abriu e Nélson Oliveira, com um remate fortíssimo, bateu Salin sem apelo.

Por uns minutos, que pareceram intermináveis para os da Figueira, o Paços de Ferreira, completamente transfigurado, sufocou o adversário, não só fez dois golos como coleccionou uma série de oportunidades suficientes para garantir, logo ali, os três pontos. De repente, os papéis estavam invertidos e era a Naval que quase não conseguia chegar à baliza de Cássio ou então não ia além de remates à figura.

Enquanto isso, os homens de Rui Vitória passaram a jogar em contra-ataque e foi até Salin quem salvou várias vezes a equipa de uma derrota mais pesada. Sintomático. Fernando Mira continua a não conseguir ganhar sempre que dá início a mais uma «comissão de serviço» mas, mais do que isso, ficou provado que a Naval precisa, urgentemente, de um treinador.

Fonte: Mais Futebol

Fernando Mira confiante



Técnico acredita na vitória frente ao Paços

Fernando Mira, treinador que sucede transitoriamente ao francês Victor Zvunka no comando técnico da Naval, disse hoje, estar confiante na conquista de uma vitória frente ao Paços de Ferreira, na antevisão da 7.ª jornada Liga.

"A minha confiança advém dos indicadores que me foram dados ao longo da semana pelos meus jogadores, revelando muito profissionalismo e entrega, trabalhando para serem titulares e com um discurso de vitória", vincou.

Mira manifestou que a equipa está plenamente consciente do valor do adversário e das dificuldades que tem de ultrapassar. "Espero um Paços forte, que vem disputar o resultado palmo a palmo, e que pratica um bom futebol pelos corredores com fácil remate de meia distância", afirmou.

"Não existe nada de novo da nossa parte, os meus jogadores sabem e estão avisados que, para vencer o Paços, é necessário trabalhar mais do que eles, correr mais e apresentar melhor dinâmica. Se o conseguirmos estou certo que podemos chegar à vitória", considerou.

O técnico sublinhou que "a conquista destes três pontos é muito importante" e desvalorizou o facto de a equipa não vencer em casa há seis meses. "Os jogadores não ligam às estatísticas, estamos todos focados na vitória", finalizou.

Naval, 14.º classificado, com quatro pontos, e Paços Ferreira, 10.º, com sete, defrontam-se domingo pelas 16:00 na Figueira da Foz, em jogo que será arbitrado por Rui Silva, de Vila Real.

Fonte: Record


Naval: Mira faz três alterações para o Paços de Ferreira



Marinho não vai poder reencontrar-se com Rui Vitória

Surpresa na convocatória de Fernando Mira, técnico interino da Naval, para o jogo deste domingo, na Figueira, diante do Paços de Ferreira: Marinho ficou de fora, por opção, falhando assim o reencontro, pelo menos dentro de campo, com Rui Vitória, o treinador a quem atribui um papel vital na sua carreira.

Além da saída do extremo, registam-se também as ausências de João Real e Manuel Curto, em relação ao jogo com o Sp. Braga, tendo sido chamados para os seus lugares Gomis, Hugo Machado e Simplício.

Sem atletas lesionados ou castigados, Mira optou ainda por não chamar Bruno, Zé Mário, Lupède, Jonathas, Davide e Lucas.

Lista de convocados:
Guarda-redes - Salin e Jorge Batista;
Defesas - Carlitos, Gomis, Orestes, Rogério Conceição e Daniel Cruz;
Médios - Godemèche, Alex Hauw, Godinho, Hugo Machado e Giuliano;
Avançados - João Pedro, Fábio Júnior, Edivaldo, Previtali, Simplício e Camora.

Fonte: Mais Futebol

Orestes: «Conquista dos 3 pontos é objetivo primordial»



Figueirenses recebem o P. Ferreira

O defesa central Orestes, da Naval, disse hoje que toda a equipa está focada na vitória, considerando a unidade como ponto mais forte, face à receção ao Paços Ferreira, na 7.ª jornada da Liga Zon Sagres.

"A unidade existente no grupo permite dizer que é nesse fator que reside o nosso ponto mais forte" garantiu, vincando "a conquista dos três pontos é objetivo primordial para a partida".

A última vitória dos figueirenses no seu reduto - frente à União Leiria (1-0) - data de 12 de março, e depois passaram-se 204 dias sem vencer, com um registo de seis derrotas e dois empates, mas Orestes desvaloriza o facto.

"Estatísticas são números, agora é uma nova partida, onde vão participar com certeza outros jogadores, outros técnicos que nada têm a ver com o que se passou anteriormente", expressou.
O defesa brasileiro deixa elogios ao adversário, "uma equipa bem organizada e de muita qualidade", mas caberá à Naval apresentar "argumentos de superação".

Orestes assume que "a unidade" é o principal ponto forte da equipa, reafirmando que este jogo tem "características especiais" já que surge depois da destituição do treinador, o francês Victor Zvunka, substituído interinamente pelo adjunto Fernando Mira.

"A motivação e ambição são dois vetores importantes. Além disso, a equipa tem de ser paciente e apresentar elevado nível de concentração, condições essenciais para podermos atingir o nosso objetivo", concluiu.

Naval, 14.ª classificada, com quatro pontos, e Paços Ferreira, 10.º, com sete, defrontam-se domingo, pelas 16 horas, na Figueira da Foz, em partida que será dirigida pelo árbitro Rui Silva, de Vila Real.

Fonte: Record

Marinho: «Vamos querer vencer»



Extremo reencontra Rui Vitória no domingo

www.naval1demaio.net

A receção da Naval ao P. Ferreira marca o reencontro de Marinho com Rui Vitória. O extremo chegou à Liga principal depois de brilhar ao serviço do Fátima, mas a relação entre ambos já remonta aos tempos em que o jovem técnico trabalhava no Vilafranquense na extinta 2.ª Divisão B.

Até domingo, o contacto por telefone vai ser evitado ao máximo, mas depois de finalizado o jogo a amizade será retomada sem quaisquer reservas. Contudo, como explica o avançado figueirense, durante os 90 minutos “cada um vai lutar pelo melhor para a sua equipa”.

“Esta é a semana em que mais me tenho de abstrair da amizade que nos une. Somos ambos profissionais e vamos querer vencer”, garante Marinho, de 27 anos, reconhecendo que não teria atingido o estatuto de jogador da Liga Zon Sagres se não tivesse recebido ao longo da carreira “a ajuda e o acompanhamento” do atual treinador dos pacenses.

“Foi uma pessoa muito importante no meu crescimento profissional, tal como Arnaldo Teixeira, e fiquei muito feliz por ambos terem chegado ao escalão principal”, refere Marinho, que conquistou o seu espaço no escalão principal ao serviço do clube da Figueira da Foz.

Fonte: Record