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Aprígio Santos foi ao estádio apoiar nova equipa técnica

Treino da Naval teve a visita do presidente que afirmou estar a trabalhar para resolver problemas


O treino de ontem da formação navalista teve uma visita especial: Aprígio Santos.
O carismático presidente navalista, com sinais evidentes de estar a recuperar de um problema de saúde, deslocou-se ao Estádio Municipal José Ben­to Pessoa e conversou com a equipa técnica e os jogadores.


Fonte: Diário de Coimbra

Aprígio Santos reconduzido na presidência


LISTA APROVADA POR UNANIMIDADE

Aprígio Santos foi esta sexta-feira reconduzido na presidência da Naval 1.º de Maio, liderando uma Comissão Diretiva constituída por sete membros da direção cessante.

Os nove associados presentes aprovaram por unanimidade uma lista proposta por um grupo de cinco sócios que tinha sido mandatado para o efeito na Assembleia-Geral realizada e suspensa a 8 de junho exatamente no ponto da ordem de trabalhos referente à eleição dos corpos sociais.

Aprígio Santos preside a uma Comissão Diretiva constituída ainda por António Gravato, Armando Guindeira, António Pedrosa, João Almeida, João Matias e Adagildo Carvalho.

No decurso da reunião magna foi aprovado por unanimidade e aclamação um voto de louvor aos atletas do clube que competira, nos Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos Londres2012, respetivamente João Costa (tiro) e Filomena Franco (remo).

Com a eleição de Aprígio Santos, que tem dirigido o clube nas duas últimas décadas, evitou-se o vazio diretivo no emblema navalista, cuja equipa alinha na 2.ª Liga portuguesa.

Fonte: Record

Aprígio Santos: “Esta cidade e esta Câmara desligaram-se totalmente das suas responsabilidades”

 A Naval 1.º de Maio celebrou no passado dia 30 de abril o seu 119.º aniversário. A tradicional ceia navalista juntou dirigentes, atletas, sócios e simpatizantes do clube fundado a 1 de maio de 1893, sucedendo à extinta Associação Naval Figueirense.

Ao nosso Jornal Aprígio Santos fez um ligeiro balanço do passado recente do clube. O futuro, defendeu o responsável, deve ser discutido pela sociedade figueirense.
“A Naval não está bem e esta é a prova de que o dinheiro não faz tudo. Eu próprio tenho culpas porque não tenho tempo para a equipa (de futebol profissional), o meu trabalho nas empresas exige muito de mim. Fizemos uma péssima época”, disse Aprígio Santos adiantando que “no fim do campeonato irei falar sobre a Naval e o que vai ser de futuro”.
Ciente de que a Naval é mais do que futebol, o dirigente desportivo sublinhou que “no global algo tem de mudar ou a Naval mudar-se. Os tempos de crise são o que são, mas também não vejo a cidade a ajudar a sustentar aquilo que tem. E estas coisas tornam-se difíceis para um homem só”. No entanto, reconhece que “faz todo o sentido falar da Naval sem mim porque a Naval não começa e termina em mim. Até porque quando não tenho tempo, diga-se o que se disser, a Naval treme. Quando não estou as coisas não são bem iguais, tem de haver alguém comigo que tome essa responsabilidade e eu, sinceramente, não vejo o futebol da mesma forma que via há 10 ou 5 anos atrás. A minha paixão mudou, está noutros sítios e o futebol penso que tem de ser repensado”.
Nesta linha, considerou a O Figueirense que “a Naval tem de se discutida porque hoje a SAD sou praticamente eu. Mas a associação não deixa de prestar um serviço à cidade que se não repensar este problema, vai ter um outro para resolver, porque eu não vou continuar desta maneira. Isto é ponto assente”.
Recusando-se a comentar o recente anúncio de construção de um campo de futebol (para treinos) de piso sintético, Aprígio Santos não poupou críticas e afirmou que “esta cidade e esta Câmara, que não é melhor do que as outras, desligaram-se totalmente das suas responsabilidades quanto ao desporto, que faz parte da cidadania. Acho que este assunto tem de ser repensado e falado. E não falo só de futebol, porque o desporto é muito mais”.

Aprígio Santos defende a equipa das injustiças


O presidente dos figueirenses diz que tem obrigação de defender os seus jogadores mas lamenta que as instituições não façam o que devem.