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«Espero que a Naval tenha rentabilizado o João Pedro»


Treinador lamenta a saída do extremo. «Foram os melhores meses da carreira dele»


Álvaro Magalhães, treinador da Naval 1º de Maio, fala sobre a transferência de João Pedro para o Sp. Braga

«O tempo em que esteve na Naval foram os melhores meses da carreira dele. Sinto-me triste por ele ter saído. É uma pena o João Pedro sair desta equipa e espero conseguir encontrar um jogador com as características dele».

«Espero que o clube tenha rentabilizado a qualidade do jogador. Ele tinha convites para sair em Maio, se calhar em melhores condições para o clube. Entendeu sair agora. Quem o aconselhou é responsável. Bem ou mal».

O extremo de 26 anos volta ao clube onde se formou. Chegou a acordo com o Sp. Braga para os próximos quatro anos e meio.

Fonte: Mais Futebol

Álvaro Magalhães: «Não fomos nada inferiores ao Vitória»


Álvaro Magalhães, treinador da Naval 1º de Maio, após a derrota em Guimarães para a Taça da Liga


«Não fomos nada inferiores ao Vitória de Guimarães. Mesmo com 10 jogadores fomos uma equipa personalizada e com confiança. Sofremos dois golos algo consentidos, mas também temos que dar os parabéns aos Vitória».

«Temos um plantel muito curto, ainda por cima agora com a saída do João Pedro para Braga, complica-se um pouco. Tive que colocar em campo jogadores que não eram para entrar. Mas, mesmo jogando à quarta-feira e ao domingo, somos uma equipa que está a jogar bem, com confiança».

Fonte: Mais Futebol

Álvaro Magalhães em entrevista


O Navalista: Como surgiu a sua paixão pelo futebol?

Álvaro Magalhães: Desde pequenino. Eu jogava futebol em Lamego com os amigos e o meu compadre, que era um amigo na altura, incentivou-me a jogar futebol. Depois, num torneio de futebol de salão, o Cracks de Lamego viu-me a jogar e convidaram-me para ir para lá.

O Navalista: O que relembra de melhor da sua carreia como jogador?

Álvaro Magalhães: Momentos importantes: o primeiro titulo nacional pelo Cracks de Lamego, numa terra humilde, uma cidade de trabalhadores natos e que conseguiu ganhar aos tubarões da capital. Portanto, o futebol não é só na capital, nas grandes cidades. No interior há sempre grandes jogadores, há grandes homens, que formam atletas. Depois foi uma carreira boa, começando na Académica e acabando no Benfica.

O Navalista: E os momentos mais difíceis?

Álvaro Magalhães: Tive momentos difíceis também. Quando saí de Lamego, com 16 anos e habituado a estar com os pais. Claro que houve uma certa dificuldade, mas com a vontade das pessoas de Coimbra, que tentaram ajudar-me e adaptar-me a uma realidade diferente da vida.

O Navalista: Como se define como treinador?

Álvaro Magalhães: Posso dizer, com muita humildade, que sou um dos melhores treinadores em Portugal. Fui sempre um trabalhador nato, como jogador e como treinador. Sempre consegui aquilo tudo que queria à custa do meu trabalho. Muitas das vezes, cometi alguns erros, talvez pela irreverência, pela frontalidade. Normalmente, os nortenhos são frontais, são honestos e dizem na cara aquilo que pensam quando há injustiças e penso que, quem é sério e diz as coisas na cara, neste mundo não tem espaço e portanto faltou-me isso. Se eu tivesse ... como agora é habitual nas assessorias, se calhar estaria num dos melhores clubes em Portugal.

O Navalista: É gratificante para um treinador ser reconhecido por ser avaliador de jogadores e os ter lançado para outros patamares mais altos?

Álvaro Magalhães: Fico feliz e é isso que digo aqui a estes jogadores na Naval. Estou aqui mais uma vez. Eu penso que há aqui jogadores na Naval, que estavam perdidos para o futebol e que ninguém dava nada por eles e estão a renascer. Outros mais, que passaram pelas minhas mãos, no tempo do Gil Vicente. Estou-me a lembrar do Petit, Fangueiro, Guga, Ricardo Nascimento, Pedro Santos...jogadores que andavam todos na 2ª Divisão B, alguns desempregados e eu fui buscá-los e fiz deles grandes homens, grandes jogadores, numa altura do inicio da minha carreira, que era mais difícil...agora, a experiência ajuda-nos também a ter outra maneira de estar no futebol e penso que é uma felicidade para mim saber que há jogadores que eram "pequenos" e depois cresceram e que agora têm uma vida muito estabilizada.


O Navalista: Quais são as principais características que deseja ver numa equipa treinada por si?

Álvaro Magalhães: Uma equipa muito competitiva, que trabalha durante os 90 minutos, muito organizada, muito disciplinada tacticamente e que os jogadores sejam humildes dentro de campo. Uma equipa que trabalha para defender as cores e a sua instituição, que isso é importante, defender a instituição de alma e coração.

O Navalista: O futebol não é apenas técnica. Quais são, para si, as outras questões que levam um treinador e uma equipa ao sucesso?

Álvaro Magalhães: É isso mesmo. O futebol não é só técnica, porque uma equipa constituída por 11 Messis ou 11 Maradonas ou Platinis não ganha um jogo. Há que ter jogadores com todas as características: físicas  técnicas, tácticas e psicológicas. Um atleta, muitas das vezes, tem de ser forte psicologicamente para conseguir os seus objectivos. Portanto, a técnica para mim é a simplicidade como se joga à bola. Não é aquele jogador que pega na bola e dá cinquenta toques. Não! É aquele que sabe jogar de maneira simples e por isso é que eu digo que, a técnica é a simplicidade com que se joga à bola. Há que ter jogadores com boa técnica, mas o colectivo é que funciona.

O Navalista: Tendo a experiência, tanto de 1ª como 2ª Liga, quais são as principais diferenças que encontra entre ambas?

Álvaro Magalhães: Na organização, nos estádios, a 1a Liga leva mais gente ao futebol.

O Navalista: E em termos de jogo?

Álvaro Magalhães: Não há grandes diferenças. Na 1ª Liga, há melhores jogadores, mas os meus jogadores saiem das 2ª e 3ª Divisões. Se houverem jogadores que tiverem a oportunidade, também chegam à 1ª Liga. Agora, em termos de trabalho, de organização e condições de trabalho, a 1ª Liga é muito superior. Veja que, aqui na Naval, nem um roupeiro tenho, portanto, a partir daí, vê-se a diferença que há. Ainda ontem fomos ao jogo ao Porto e haviam 6 treinadores, 2 técnicos de equipamentos, tudo a funcionar em pleno. Só assim é que se consegue ter sucesso.

O Navalista: Em relação ao actual momento da Naval, acha que os objectivos que estipulou a curto prazo já foram alcançados?

Álvaro Magalhães: Estamos num bom caminho. Queremos sempre mais, esperamos mais, queremos crescer ainda mais, queremos ser mais realizados e queremos sempre mais um pouco. Todos os dias tentamos melhorar os nossos aspectos, individualmente e colectivamente  para que, domingo a domingo, possamos estar melhores e claro que, em todos os domingos possamos ter bons resultados.


O Navalista: E o que falta à Naval para conseguir alcançar uma posição mais coincidente com o valor da equipa?

Álvaro Magalhães: Precisa de mais organização. Precisa de pessoas que gostem da Naval, que estejam aqui de corpo e alma e de muito trabalho. Uma equipa profissional tem de ter aqui gente muito competente para conseguirmos estabilizar ainda mais o clube e eu digo isto porque a Naval está numa cidade fantástica, numa cidade que me diz muito. É um clube que tem gente para realizar e para estabilizar a equipa numa 1ª Liga.

O Navalista: Estamos a chegar a Janeiro, altura da reabertura do mercado. Está a pensar em reforçar a equipa? Se sim, em que posições/zonas?

Álvaro Magalhães: Tem de haver uma boa gestão financeira, porque há jogadores para determinadas posições que nem sequer temos no banco, alguns jogadores mais no aspecto ofensivo. Mas vamos tentar buscar jogadores necessários e dentro de um orçamento rigoroso, pelo menos, para que a equipa esteja mais equilibrada ou pelo menos, para refrescar o necessário, porque esta equipa, este onze que tem jogado, é um onze que está a trabalhar muitíssimo bem e precisamos de jogadores com outras características no banco, para poder dar mais ritmo. É necessário que ninguém saia no mês de Janeiro, nenhum jogador, para garantirmos até Maio, uma boa classificação.

O Navalista: Uma palavra a dar aos adeptos?

Álvaro Magalhães: Que acreditem na Naval. Eu penso que se deve dar condições às camadas da formação porque os pais, sendo assim, puxam os miúdos para jogar na Naval, que puxam os amigos para virem ver os jogos. Penso que havia de haver um melhor Marketing, de forma a que a juventude apareça mais vezes. Eu fico feliz que, nos jogos em casa, já se veja ali uma claque a puxar pela equipa. Têm sido fantásticos e isso revela que, se nos unirmos, se houver aqui uma boa organização, estou convicto que a juventude vai aparecer mais vezes no nosso estádio, puxando também os mais velhos. Deve-se tentar reunir condições...chamando as pessoas...irem às escolas, chamar os adeptos, para que possam vir apoiar a equipa, para que a Naval se mantenha por muitos e muitos anos nos campeonatos mais competitivos.

O Navalista: O que é a Figueira da Foz para si?

Álvaro Magalhães: A Figueira da Foz é quase uma segunda cidade...ou terceira cidade. Portanto, a primeira, Lamego, foi onde eu nasci, a segunda é Lisboa, onde eu vivo com a minha família e claro a terceira, a Figueira da Foz que me diz muito, porque era aqui que eu passava as minhas férias, na Figueira e na Tocha. Nunca fui para outros sítios  nunca deixei de vir para a Figueira, no tempo de Coimbra. Tenho residência aqui e a Figueira diz-me muito porque gosto e é uma cidade que...não sei se daqui a uns anos, eu com a minha mulher...porque os filhos depois começam a ter outros objectivos, eu venha viver aqui. Portanto, basicamente é a cidade onde passo as minhas férias, onde estou com os amigos e é aqui que eu me sinto bem.


Perguntas dos adeptos:

O Navalista: Que pensa da formação e do seu papel no clube que orienta?

Álvaro Magalhães: Acho que tem de haver um estudo alargado de formar a podermos dar hipóteses e possibilidades à formação. A formação necessita de apoio e começa pela própria Câmara, que terá de dar condições ao clube, para que também os miúdos não possam andar a treinar num campo pelado. Já não se usa isso! Quando saio do treino, no final da tarde, vejo tantos miúdos a treinar no campo pelado, que é uma pena, porque há muita gente que vive aqui na Figueira, os pais têm gosto e até pagam para que os miúdos venham treinar aqui na Naval. Terá que haver melhores condições de campos, balneários, com bons técnicos também para formar bons jogadores, para ajudarem esses mesmos jogadores a terem continuidade nos seniores. Por isso, há que fazer um bom levantamento para que a Naval seja forte na formação.

O Navalista: A missão dum treinador consiste somente na obtenção de resultados no intuito de garantir o lugar ou também não devia valorizar jogadores para rentabilizar o clube, sabendo-se a dificuldade actual da Naval?

Álvaro Magalhães: É evidente que os resultados é que contam. Temos de ter bons resultados para que haja confiança de todas as pessoas, mas é evidente que o objectivo também é rentabilizar, no aspecto financeiro, os próprios atletas. Penso que, os atletas vêm para aqui jovens e temos que os rentabilizar, para dar apoio para que o futebol sénior também se organize em termos financeiros. Portanto, se os jogadores são vistos de outra forma aqui, também irão dar outras garantias ao clube. Nós tentamos rentabilizar o atleta que é uma aposta do clube.

O Navalista: Gostaria de perguntar ao Mister se estaria disposto no final da época a realizar um jogo de solidariedade entre o plantel da Naval e uma equipa composta apenas por voluntários da Cruz Vermelha Portuguesa?

Álvaro Magalhães: Sem dúvida! De acordo e estou à disposição para realizarmos esse jogo.

O Navalista agradece a disponibilidade do mister Álvaro Magalhães ao conceder-nos esta entrevista.

Álvaro Magalhães «Fomos a melhor equipa durante os 90 minutos»


O treinador da Naval, Álvaro Magalhães, considera que a equipa da Figueria da Foz foi superior ao SC Braga na derrota (1-2), desta quarta-feira, para a Taça da Liga, enaltecendo o trabalho e profissionalismo dos seus jogadores, a quem faltou «aquela pontinha de sorte».

«Foi ajustada a leitura do José Peseiro. Fomos a melhor equipa durante os 90 minutos e poderíamos realmente ter conseguido outro resultado», disse Álavro Magalhães, após José Peseiro ter reconhecido que a sua equipa não foi superior à Naval.

«Parabéns aos atletas, tenho sentido da parte deles uma grande solidariedade. Excelente comportamento frente a um adversário com grandes jogadores e que luta por títulos», sublinhou o treinador da Naval, considerando que a sua equipa tinha todas as condições para estar nas meias-finais da Taça da Liga: 

- Faltou-nos aquela pontinha de sorte nos dois jogos. Podíamos estar a festejar a passagem às meias-finais. Na primeira parte podíamos ter feito o 2-0... Com os poucos recursos que tenho vê-se que há aqui trabalho desenvolvido, mas isso é graças também ao profissionalismo e disponibilidade dos meus jogadores. Há problemas, mas continuaram na Naval para defender as cores do clube e isso é elogiável. 

Fonte: A Bola

Álvaro mudou a maré

VOLTA A INVERTER TENDÊNCIA NEGATIVA

Álvaro Magalhães está a conseguir, no regresso à Figueira da Foz, inverter a tendência que ameaçava relegar a Naval para a cauda da classificação. Desde a chegada ao clube e a trabalhar com um plantel que tem sofrido na pele o drama dos salários em atraso, o técnico conseguiu somar 11 pontos e vê a sua equipa num relativamente confortável 14 .º lugar.

Fonte: Record

Álvaro Magalhães pede ambição


Depois de eliminar o Gil Vicente da Taça da Liga, a Naval procura, esta tarde, seguir em frente na Taça de Portugal. Mas para isso tem de vencer o Arouca, décimo classificado da 2.ª Liga. Álvaro Magalhães, treinador da Naval, quer uma equipa ambiciosa e com a mesma atitude demonstrada frente ao Gil Vicente. E deixou uma mensagem aos jogadores:

«Pensem na Naval e na vossa profissão. No futebol nunca podemos estar satisfeitos, existem sempre aspetos a melhorar», afirmou Álvaro Magalhães.

O treinador já levou a Naval às meias-finais da Taça de Portugal, em 2002/2003, e alertou para a qualidade do Arouca: «É uma equipa que investiu fortemente na subida de divisão e temos de ter cuidados redobrados.» 

Fonte: A Bola

Treinador pede optimismo


O novo treinador da Naval 1.º Maio, Álvaro Magalhães, disse hoje que pediu otimismo aos jogadores da equipa da II Liga de futebol, esperando uma luta difícil até ao final da temporada.
''Todos devemos viver um momento de confiança, nada é fácil, porém quando existe disponibilidade total as coisas podem ser menos difíceis'', disse o substituto de Filipe Ramos à frente da equipa da Figueira da Foz. 
O treinador, que nas últimas épocas trabalhou em Angola, mostrou-se satisfeito por poder regressar ao seu país, salientando que esta aposta que faz consigo próprio ''é também um desafio''. 
''Não podia recusar este convite feito pelo presidente Aprígio Santos, mas também pelo grande respeito que tenho por esta instituição e cidade que me viu crescer para o futebol'', afirmou. 
O treinador revelou que lhe foi pedido ''estabilidade, trabalho, dedicação e amor à profissão'', acrescentando que o seu objetivo ''é poder chegar ao fim com um sorriso nos lábios e a sensação do dever cumprido''. 
''Vai ser uma luta dura e difícil'', assumiu, salientando que ''o apoio total dos dirigentes e jogadores é essencial” e apelando “às forças vivas da cidade para que também prestem o seu apoio, esta cidade merece um clube a competir nas ligas profissionais''. 
Na sua primeira conversa com os jogadores, Álvaro Magalhães acentuou o seu discurso no otimismo, pois quer “jogadores confiantes e com disponibilidade total”, pois só assim a equipa pode “ultrapassar este momento menos bom''. 
Álvaro Magalhães terá como adjuntos Chaínho, antigo jogador do FC Porto e do Estrela da Amadora, e João Martins, que em 2010 desempenhou as funções de treinador de guarda-redes do Portimonense. 
A Naval, 21.ª classificada da II Liga, com cinco pontos, desloca-se no domingo ao Estádio do Mar (Matosinhos) para defrontar o Leixões.

Fonte: Futebol 365

Oficial: Álvaro Magalhães na Naval



O novo treinador da Naval é Álvaro Magalhães, que assume o posto que começou por ser de Filipe Rocha.
Álvaro Magalhães já dirigirá o treino desta tarde da Naval, depois de ontem ter acordado com o Aprígio Santos, presidente do clube, o regresso à Figueira da Foz.
Álvaro Magalhães substituirá Filipe Rocha, que apresentou a demissão na passada terça-feira, deixando o clube da Figueira da Foz após a sétima jornada, com apenas cinco pontos. "O nosso objetivo é levar a Naval para lugares mais cimeiros", disse Álvaro Magalhães à Antena 1.

Fonte: O Jogo

Álvaro Magalhães convidado para comando técnico

FIGUEIRENSES EM BUSCA DE TÉCNICO


Álvaro Magalhães foi convidado pela administração da Naval SAD para assumir o comando técnico da equipa da 2.ª Liga, disse à agência Lusa o diretor geral, Armando Guindeira.

"Já conversámos com o Álvaro de Magalhães e foi-lhe endereçado o convite" afirmou o dirigente sublinhando: "acredito e espero uma resposta positiva e que na terça-feira já possa estar a dirigir o treino".

Álvaro Magalhães, entretanto contactado, confirmou a existência de conversações para suceder a Filipe Rocha, que apresentou a demissão na passada terça-feira, deixando o clube da Figueira da Foz após a sétima jornada, com apenas cinco pontos.

"É um convite que me honra, já trabalhei na Naval em duas ocasiões e de certa forma existe uma grande identificação minha com o clube", afirmou o técnico, que exige, em contrapartida, "um forte apoio" do presidente do clube, Aprígio Santos.

"A minha aceitação depende apenas de uma exigência: quero um forte apoio do presidente Aprígio Santos e da equipa que com ele trabalha para podermos colocar a Naval no lugar que ela merece" disse.

Álvaro Magalhães tem 51 anos e já dirigiu a Naval nas épocas de 2002/03 e 2005/06 e conta no seu curriculum com títulos de campeão no Benfica, como adjunto de Giovanni Trapattoni, e Inter de Luanda.

Fonte: Record