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Álvaro Magalhães: «Não fomos nada inferiores ao Vitória»


Álvaro Magalhães, treinador da Naval 1º de Maio, após a derrota em Guimarães para a Taça da Liga


«Não fomos nada inferiores ao Vitória de Guimarães. Mesmo com 10 jogadores fomos uma equipa personalizada e com confiança. Sofremos dois golos algo consentidos, mas também temos que dar os parabéns aos Vitória».

«Temos um plantel muito curto, ainda por cima agora com a saída do João Pedro para Braga, complica-se um pouco. Tive que colocar em campo jogadores que não eram para entrar. Mas, mesmo jogando à quarta-feira e ao domingo, somos uma equipa que está a jogar bem, com confiança».

Fonte: Mais Futebol

Taça da Liga: Naval perde por 2-0 em Guimarães


Não era só em Guimarães que se discutia o destino do Vitória na Taça da Liga. Se o resultado frente à Naval era fulcral para seguir em frente na competição, não o era menos o encontro de Braga entre o Sp. Braga e o Beira Mar. O Vitória acabou por fazer o que lhe competia, vencer o seu jogo, mas o deslize do bracarenses, que lhe fazia falta para chegar às meias-finais, não aconteceu.

Já sem esperanças de apuramento, a Naval até entrou melhor no jogo e, ainda a bola mal rolava, Leo Bonfim, de cabeça, criou muito perigo para a baliza vitoriana, mas a bola a saiu ao lado. E aos 11 minutos, a equipa da Figueira da Foz quase chegava ao golo. Remate perigosíssimo de Carlitos, que bateu no poste da baliza de Douglas.

O Vitória, com uma equipa cheia de jovens jogadores, alguns que militavam na equipa B, acordou entretanto e cresceu no jogo, começando realmente a trabalhar para vencer. Os primeiros sinais surgiram por intermédio de Barrientos e Addy, que conseguiram colocar a bola junto da baliza de Ricardo Neves e aos 36 minutos, o Vitória viu o poste negar-lhe o golo. Canto do lado esquerdo, bola batida ao segundo poste e Paulo Oliveira a rematar de primeira e a bater no poste.

O golo chegaria pouco depois, aos 40 minutos. Um excelente cruzamento de João Ribeiro do lado esquerdo, e Ricardo, de pé direito, a não perdoar e abrir o marcador em Guimarães. Enquanto as poucas (muito poucas) dezenas de adeptos do Vitória presentes no estádio festejavam o golo, recebiam de Braga a indicação de que os arsenalistas venciam por 2-0, resultado que acabava com o sonho vitoriano.

Ainda assim, na segunda parte, o Vitória não baixou os braços e a expulsão de Vítor Alves, que aos 47 minutos deixou a Naval a jogar com 10, facilitou o trabalho dos homens de Guimarães. Aos 49 minutos, Barrientos, um dos melhores jogadores do Vitória esta noite, quase fazia o segundo. Rematou na área, mas a bola foi bater no poste, acabando por não entrar.

Aos 82 minutos, Tinoco, de livre, obrigou Douglas a uma grande defesa, mas seria o Vitória ainda a chegar ao golo. Aos 89 minutos, Crivellaro, num excelente trabalho individual, fintou três defesas da Naval e rematou cruzado, fazendo o 2-0.

Uma vitória com sabor amargo para os vitorianos que vêm ir por água abaixo o sonho de chegar às meias-finais da Taça da Liga.

Onze inicial da Naval: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, Diogo Vila, Tikito, Raul, Filipe Melo, Vitor Alves, Paulo Regula, Luis Tinoco, Carlitos, Léo Bonfim

Suplentes: André Fontes, João Martins, Vitor Nogueira, André Carvalhas, Diogo silva, João Diogo, Guilherme

Substituições: Regula por Carvalhas, Carlitos por André Fontes

Fonte: Mais Futebol

Filipe Melo foi ao hospital



Filipe Melo, jogador da Naval, deu entrada na urgência do Hospital da Figueira da Foz com um traumatismo craniano, sem perda de consciência. Um choque de cabeças com Hélder Barbosa resultou na lesão. 

Sujeito a exames complementares, o diagnóstico do médio apresentou-se «promissor», adiantou Pedro Santos, médico da Naval. «Mas será preciso esperar 24 horas antes de afirmar se ele estará efetivamete bem e se poderá defrontar o FC Porto B», resumiu o clínico. 

Filipe Melo ainda esteve em campo mais alguns minutos, mas ao intervalo apresentou queixas, razão pela qual foi conduzido ao hospital.

Fonte: A Bola

Álvaro Magalhães «Fomos a melhor equipa durante os 90 minutos»


O treinador da Naval, Álvaro Magalhães, considera que a equipa da Figueria da Foz foi superior ao SC Braga na derrota (1-2), desta quarta-feira, para a Taça da Liga, enaltecendo o trabalho e profissionalismo dos seus jogadores, a quem faltou «aquela pontinha de sorte».

«Foi ajustada a leitura do José Peseiro. Fomos a melhor equipa durante os 90 minutos e poderíamos realmente ter conseguido outro resultado», disse Álavro Magalhães, após José Peseiro ter reconhecido que a sua equipa não foi superior à Naval.

«Parabéns aos atletas, tenho sentido da parte deles uma grande solidariedade. Excelente comportamento frente a um adversário com grandes jogadores e que luta por títulos», sublinhou o treinador da Naval, considerando que a sua equipa tinha todas as condições para estar nas meias-finais da Taça da Liga: 

- Faltou-nos aquela pontinha de sorte nos dois jogos. Podíamos estar a festejar a passagem às meias-finais. Na primeira parte podíamos ter feito o 2-0... Com os poucos recursos que tenho vê-se que há aqui trabalho desenvolvido, mas isso é graças também ao profissionalismo e disponibilidade dos meus jogadores. Há problemas, mas continuaram na Naval para defender as cores do clube e isso é elogiável. 

Fonte: A Bola

Naval 1 Sp. Braga 2


Naval merecia melhor sorte pelo que fez em campo


O Sp. Braga fechou a segunda jornada da fase de grupos da Taça da Liga com uma vitória suada na Figueira, onde morava uma equipa invencível há 12 jogos consecutivos. Por isso mesmo, os minhotos sentiram muitas dificuldades, começaram até o jogo a perder, mas lograram dar a volta ao marcador.


Agora com quatro pontos, os bracarenses assumiram a liderança isolada do Grupo B e estão a um pequeno passo de carimbar a passagem às meias-finais da prova, que assumiram ser um dos objetivos da época. 


Álvaro Magalhães não poderia desejar melhor início de jogo. A impetuosidade figueirense foi premiada com uma grande penalidade logo aos dois minutos por falta de Baiano sobre Paulo Regula. O médio emprestado pelo Olhanense encarregar-se-ia ele próprio de converter o castigo máximo, sem vacilar. 


Curioso que tenha sido ele a marcar, quando nem convocado estava. A explicação chegaria com o encontro já decorrer: apesar de ter visto o quinto amarelo no jogo anterior, o castigo não se aplicaria na Taça da Liga. Mas o clube só soube disso esta quarta-feira e chamou-o à última hora!


A Naval manteve o assalto à baliza de Quim, sem pedir licença e pouco se importando se enfrentava uma das equipas mais fortes cá do burgo. João Pedro e Carvalhas deram água pela barba a Haas e Custódio (jogou como central em função das muitas ausências no eixo da defesa) e os minhotos demoraram a recompor-se.


Foi preciso, também, alguma adaptação ao terreno pesado e irregular, mas, uma vez senhores do jogo, os comandados de José Peseiro, que apostou de início apenas em Custódio, Rúben Amorim, Viana e Alan entre os habituais titulares, chegaram ao empate justamente pelo pouco utilizado Max Haas.


Feito o mais difícil, o Sp. Braga controlou o resto do tempo, mas sem nunca conseguir alcançar o segundo. A Naval estava agora mais recuada, mas não se coibia de ensaiar o contra-ataque. Não estava fácil para os arsenalistas dar a volta aos figueirenses. 


Regula voltou a estar em destaque quando falhou uma clamorosa oportunidade, sozinho sobre a esquerda do ataque, depois de grande abertura de João Pedro. Os minhotos dominavam, mas faltava-lhe melhor critério no último terço do terreno. 


Peseiro teve de recorrer ao banco, como já se esperaria, para ir buscar Ismaily e Mossoró, e ainda Éder, numa tentativa de conferir mais acerto à equipa na finalização. O luso-guineense haveria de mostrar-se decisivo num troca de papeis em relação ao lance que praticamente abriu o jogo.


Desta feita foi Carlitos a derrubar o camisola 17 bracarense e Custódio, da linha de 11 metros, consumou a cambalhota. Com pouco mais de 10 minutos para jogar, parecia que tudo estaria resolvido, mas a Naval vendeu cara a derrota. Tikito ficou a centímetros de novo empate, mas a maior rodagem e matreirice dos arsenalistas ajudou a conservar os três pontos.

Fonte: Mais Futebol

Taça da Liga: Naval - SC Braga


Álvaro Magalhães: «Seria melhor se não houvesse jogo»


Quarta-feira há jogo na Figueira da Foz, para a 2ª jornada do Grupo B da Taça da Liga, e Álvaro Magalhães, treinador da Naval 1º de Maio, entrega naturalmente o papel de favorito à equipa orientada por José Peseiro.
«O favoritismo é dado ao SC Braga, vamos fazer o nosso jogo e tudo pode acontecer. Mas o nosso objetivo principal é estabilizar ainda mais a equipa em termos classificativos no campeonato», disse, esta segunda-feira, à Antena 1.
No entanto, o técnico dos navalistas preferia que não houvesse jogo, tendo em conta a limitação atual do seu plantel. «Seria melhor se não houvesse jogo porque tenho um plantel curto. Tenho poucas opções e estamos a chegar ao limite. Estes 13, 14 jogadores têm sido fantásticos, têm tido desgaste físico e psicológico grande mas estão motivados.»
SC Braga e Naval somam um ponto na Taça da Liga, fruto dos respetivos empates na 1ª ronda.
Fonte: Zerozero

Corrigido por O Navalista

Próximo jogo, Naval - Beira Mar para a Taça da Liga


Calendário da terceira fase da Taça da Liga


Taça da Liga: Braga, Beira Mar e V. Guimarães na calha

O sorteio da Taça da Liga ditou que a Naval encontre Beira Mar, SC Braga e Vitória de Guimarães no Grupo B. Refira-se que a Naval é a única equipa da Segunda Liga que se encontra nesta fase.
A primeira jornada disputa-se a 19 de dezembro, a segunda a 30 de dezembro e 2 de janeiro e a terceira a 9 de janeiro. As meias-finais são disputadas a uma mão entre os quatro apurados, realizando-se a 27 de fevereiro. Já a final decorre a 14 de abril, no Estádio Municipal de Coimbra.

Naval elimina Gil Vicente

A Naval venceu hoje o Gil Vicente, finalista vencido da última edição da Taça da Liga, e passa à 3ª fase. Depois do empate na 1.ª mão (1-1) no Bento Pessoa, a Naval derrotou o Gil por 1-2, em Barcelos. Álvaro Magalhães, registou a primeira vitória enquanto técnico da Naval. 

O Gil adiantou-se primeiro por Brito aos 11 minutos. João Pedro esteve endiabrado, fazendo o primeiro golo dos navalistas aos 16 e  assistiu Tozé Marreco para o segundo, aos 40. 

Na segunda parte, a Naval adoptou uma atitude mais defensiva, com o objectivo de manter o resultado, explorando muito bem os lances de contra-ataque, estando por várias vezes perto do golo. O Gil Vicente foi à procura do prejuízo mas Guilherme esteve em destaque, ao evitar o empate por várias vezes.

Próximo jogo, Gil Vicente - Naval


Naval 1 Gil Vicente 1


Mais fotos do jogo aqui.
A equipa da Naval e o Gil Vicente (1-1) empataram, no encontro referente à Taça da Liga. A Naval inaugurou o contador com um golo apontado por André Carvalhas, aos 54 minutos, mas a resposta não demorou e dez minutos mais tarde, Brito empatou a partida.

Não sendo um jogo vistoso, o embate entre as duas equipas acabou por se revelar uma excelente medição de forças e bastante competitivo, não se fazendo sentir muito a diferença de escalões que separa as duas formações.

O empate acaba por ser um resultado justo, pois apesar das equipas procurarem a vitória, a verdade é que demonstraram pouca garra em campo.

Tudo em aberto para o encontro da próxima mão a realizar-se em outubro.

Fonte: A Bola

Paulo Alves: «Eliminatória com Naval será difícil»

O Gil Vicente defronta a Naval em partida a contar para a primeira eliminatória da Taça da Liga e Paulo Alves pede paciência aos adeptos, lembrando que os jogadores são novos e que os golos acabarão por aparecer naturalmente. 

«Esperemos que seja possível reparar esse mal mas as pessoas devem ter a consciência de que o Gil Vicente este ano está diferente. Tem muitos jogadores novos e a integração é mais complicada. Temos de melhorar aos poucos e no ataque temos muitos jogadores que estão pela primeira vez na primeira divisão», lembrou Paulo Alves, na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com os figueirenses. 

«Não temos que assumir nada. Será uma eliminatória difícil e por isso teremos de ser responsáveis e objetivos naquilo que vamos fazer. Já observámos a Naval e sabemos que o padrão de jogo na segunda Liga é muito difícil de combater».

Fonte: Zerozero

Próximo jogo, Naval - Gil Vicente



Preços dos bilhetes:

Sócio Descoberta: 4,00€ (Porta 7)
Sócio Coberta: 5,00€ (Porta 5)

Não Sócio Descoberta: 6,00€ (Porta 7)
Não Sócio Coberta: 12,00€ (Porta 5)

Tribuna Privilégio 10 Lugares: 250,00€
Camarote 4 Lugares: 60,00€ (porta 4)

Arouca 0 Naval 0

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Naval passa à 2ª Fase da Taça da Liga


Arouca e Naval empataram este domingo 0-0, em jogo da terceira e última jornada do Grupo B da Taça de Liga, que ditou o afastamento da formação arouquense.

Com este nulo, a equipa da Figueira da Foz venceu a "poule", com cinco pontos, mais um que Sporting da Covilhã, segundo classificado, e Arouca, enquanto o Atlético ficou no quarto posto, com três.

Em Arouca, a Naval fez uma primeira parte mais conseguida, apesar de os anfitriões terem procurado sempre a vitória, sem conseguirem "furar" a forte defesa dos forasteiros.

Aos 15 minutos, Diogo Vila, sem marcação, a escassos centímetros da baliza, desperdiçou a oportunidade para a Naval se adiantar no marcador.

Uma jogada de entendimento entre Amessan e Luís Pinto, aos 20 minutos, colocou os avançados do Arouca na área adversária, mas Amessan não conseguiu concluir o lance da melhor forma.

Aos 25, foi João Pedro que surgiu desmarcado na área arouquense, mas o remate acabou por sair por cima.

Na segunda parte, o Arouca entrou decidido a conquistar a vitória para garantir a permanência nesta competição, com várias jogadas de ataque, invariavelmente conduzidas por Joeano e Luis Pinto.

Ainda assim, o ataque local era travado pela defensiva da Figueira da Foz, com um bom desempenho essencialmente de Tikito e do capitão Carlitos.

Aos 87, Joeano, de livre, obrigou Ricardo a voar para defender para canto e, já nos descontos, o "suplente" André Claro, com uma oportunidade soberana junto à marca de grande penalidade, rematou à figura de Ricardo Neves.

Jogo no Estádio Municipal de Arouca, em Arouca.

Arouca - Naval, 0-0.

Equipas:

- Arouca: Serginho, Luís Dias, Mika, Miguel Ângelo, João Vicente, Bijou (Idris, 46), Laurindo (André Claro, 75), Kovacevic, Luís Pinto, Amessan (Clemente, 60) e Joeano.

(Suplentes: Ricardo, Miguel Oliveira, André Claro, Clemente, Hugo Monteiro, Idris e Gabi).

- Naval 1.º de Maio: Ricardo Neves, Mesquita, Tikito, Diogo Vila, Carlitos, André Fontes (Bruno Di Paula, 70'), Leandrinho, Filipe Melo, João Pedro, Roberto (Tozé Marreco, 69'), André Carvalhas (João Martins, 78) e Tikito (87).

(Suplentes: Guilherme, João Diogo, Pereira, João Martins, Bruno Di Paula, Leo Bonfim e Tozé Marreco).

Árbitro: Olegário Benquerença (Setúbal).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Diogo Vila (15), Bijou (26), Laurindo (31), Roberto (42), Luís Pinto (45), André Carvalhas (60) e Carlitos (73).

Assistência: cerca de 200 espectadores.

Fonte: Record

Naval 1 Sp. Covilhã 1

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Taça da Liga: Naval e Covilhã empatam e deixam decisão para última jornada


A Naval 1º de Maio e o Sporting da Covilhã emparam hoje 1-1, em jogo da segunda jornada do Grupo B da Taça da Liga de futebol, disputado na Figueira da Foz, adiando a decisão de quem passa para a última ronda.
Pimenta, em lance infeliz, colocou os da Figueira da Foz em vantagem, logo aos sete minutos, mas, ao fechar a meia hora inicial, Fabrício empatou, dando justiça ao marcador.
A etapa complementar esteve muito aquém das expetativas, tendo as duas equipas praticamente só dado mostras de querer ganhar no último quarto de hora.
Face a este resultado, Covilhã e Naval lideram o Grupo B com quatro pontos, seguindo-se o Arouca com três e o Atlético sem qualquer ponto. A equipa da Tapadinha é a única eliminada neste grupo, enquanto as restantes três equipas vão lutar pelas duas vagas na última ronda.
A Naval inaugurou o marcador na primeira vez que se abeirou da baliza adversária, com um autogolo de Pimenta, aos sete minutos. Tinoco cruzou, Jorge Batista falhou a interceção o esférico tabelou no extremo da formação serrana.
Os ''leões da serra'' reagiram bem ao golo, alcançaram alguma superioridade no meio-campo, contudo, a melhor oportunidade de chegar novamente ao golo pertenceu aos da casa, ao minuto 27, com Tozé Marreco a desperdiçar na cara de Jorge Batista.
Passados três minutos, Fabrício, assistido por João Rodrigues, estabeleceu a igualdade, resultado com que viriam a terminar os primeiros 45 minutos.
Na segunda metade o Sporting da Covilhã continuou a mandar no jogo fruto da pressão exercida no meio-campo, contudo, os donos da casa não permitiram grandes veleidades.
Na entrada para o último quarto de hora, ambos os técnicos lançaram na partida dois avançados, Roberto (Naval) e Moreira (Covilhã), na tentativa de mudar o curso dos acontecimentos, sem sucesso.

Fonte: Futebol 365

Naval entra a ganhar em competições oficiais


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A Naval venceu este domingo o Atlético por 3-1, em jogo da primeira jornada do Grupo B da Taça da Liga, disputado na Figueira da Foz.

João Pedro inaugurou o marcador para os da casa, logo aos quatro minutos, porém, os forasteiros, através de Rui Varela, igualaram aos oito. Volvida uma dezena de minutos, Roberto viria a estabelecer o resultado dos primeiros 45 minutos. Na etapa complementar as duas equipas mostraram pouca apetência pelas balizas, mesmo assim a turma figueirense foi quem melhor soube procurar o golo, vindo a consegui-lo aos 80 minutos, por Tozé Marreco.

A Naval entrou na partida a ganhar, quando João Pedro aproveitou um mau alívio da defensiva contrária. Ainda se faziam ouvir os festejos dos da casa quando, quatro minutos volvidos, o Atlético repôs a igualdade por Rui Varela, na sequência de uma desatenção defensiva dos figueirenses, num lance de bola parada. Os alcantarenses cresceram e poderiam ter passado para a frente do marcador, não fora o desperdício de Quinaz em duas ocasiões, contudo, foram os da casa a chegar novamente ao golo.

Uma infantilidade de Vítor Moreno - perdeu o esférico para Roberto na zona da marca de grande penalidade - permitiu ao avançado figueirense marcar o segundo golo da Naval, estavam decorridos 18 minutos. Até ao intervalo, o principal registo aconteceu aos 24 minutos, com Roberto na cara de Filipe Leão a rematar contra o corpo do guardião visitante. Na etapa complementar, o futebol praticado ficou muito aquém das expectativas, com exceção do lance que ditou a tranquilidade dos figueirenses, 80 minutos, com grande golo de Tozé Marreco.

Jogo no Estádio Municipal José Bento Pessoa, na Figueira da Foz. 
Naval - Atlético, 3-1. 
Ao intervalo: 2-1. 
Marcadores: 1-0, João Pedro, 04 minutos. 1-1, Rui Varela, 08. 2-1, Roberto, 18. 3-1, Tozé Marreco, 80.


Equipas: - Naval: Ricardo Neves, Tiago Mesquita, Júnior Pereira, Tikito, Luís Tinoco, Filipe Melo, Leandrinho, André Fontes (João Martins, 85), Carlitos (André Carvalhas, 69), Roberto (Tozé Marreco 58) e João Pedro. (Suplentes: Guilherme, João Diogo, João Martins, Bruno Di Paula, André Carvalhas e Tozé Marreco).

- Atlético: Filipe Leão, Luís Dias, Rolão, Vítor Moreno, Tininho (Bernardo, 77), Marco Bicho, Vasco Varão, Mauro Antunes (Hernâni, 73), Quinaz, Lito (Hugo Carreira, 46) e Rui Varela. (Suplentes: Ricardo Janota, Bernardo, Hernâni, Diogo Pires e Hugo Carreira).

Árbitro: Marco Ferreira (Madeira) 
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Luís Tinoco (9). Assistência: cerca de 100 espectadores.

Fonte: Record

Domingo, 29 de Julho, Naval - Atlético


Estrelinha da sorte a brilhar no Bonfim


A Naval foi afastada da Taça da Liga mas com muitas razões de queixa de João Capela. O árbitro lisboeta expulsou três jogadores figueirenses, assinalou uma grande penalidade duvidosa a favor dos sadinos e anulou nos descontos um golo, por suposto fora de jogo, à formação da Figueira da Foz que daria a passagem à fase de grupos da equipa orientada por Daniel Ramos.
O Vitória de Setúbal voltou a dar claros sinais de crise. Valeu a estrelinha da sorte que tem acompanhado Bruno Ribeiro nalguns desafios disputados no Bonfim. A Naval entrou bem, praticou melhor futebol e ao intervalo já vencia por 2-0, como golos de Carlitos e João Pedro.
O puxão de orelhas que Bruno Ribeiro deve ter dado ao intervalo aos seus jogadores espevitou a equipa da casa que no primeiro quarto de hora criou situações suficientes para resolver a eliminatória, mas apenas João Silva conseguiu concretizar.
Foi já com a Naval reduzida a dez, por expulsão de Sandro, que Ricardo Silva empatou de grande penalidade. A Naval ainda reagiu mas as expulsões de Frechaut e Fabiano acabaram de vez com as aspirações navalistas.

Declarações

Mais importante que o resultado e a exibição foi a passagem à fase de grupos. Nem sempre conseguimos jogar bem
Carlos Ribeiro,  treinador-adjunto do V. Setúbal


Existem equipas pequenas e grandes. O próximo jogo é com o Benfica e não acredito que lhes fizessem o mesmo que nos fizeram hoje.
Daniel Ramos, treinador da Naval.

Fonte: O Jogo